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Artigos

Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

jorge eduardo naime

Coronel Naime é diagnosticado com pressão baixa após cair em cela
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Jorge Eduardo Naime, foi diagnosticado com pressão baixa após queda em cela da Academia de Polícia e ser levado ao hospital, na madrugada desta quinta-feira (13). O agente foi preso por suposta conivência com os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

 

Segundo informações do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, Naime foi levado ao Hospital de Base, onde confirmaram que ele estava com pressão baixa. O médico responsável ajustou a dose do remédio para controle de pressão que o coronel toma regularmente. Por ter caído, o coronel foi submetido a exames, que não identificaram traumas.

 

Eduardo foi levado por volta de meia-noite a um hospital de convênio, mas, por se tratar de detento, teve de ser encaminhado ao Hospital de Base, que é público. Ele passou por exames e voltou ao batalhão em que está detido às 4h.

 

De acordo com a família de Naime, o coronel estava pré-diabético e hipertenso quando foi preso. Ele perdeu 14 quilos durante o período de reclusão e os medicamentos que tomava não tinham sido adaptados à nova condição de saúde.

 

O coronel tem mais de cinco meses preso. Na última quinta (6), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido de liberdade feito pela defesa.

Ex-chefe de operações da PM-DF nega negligência no 8 de janeiro e diz se sentir “bode expiatório”
Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

Em depoimento na CPMI do 8 de janeiro, o coronel Jorge Eduardo Naime, ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal, negou ter sido negligente no combate aos manifestantes que vandalizaram os prédios dos três poderes, em Brasília. Em respostas à relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), Jorge Naime relatou que estava de férias no dia 8 de janeiro, afastado de suas funções e sem participação no planejamento para a segurança da Esplanada dos Ministérios. 

 

O coronel da PMDF destacou ainda que, mesmo de férias, atendeu a pedido do governo do DF e seguiu para a Esplanada para assumir a operação de combate aos manifestantes. Jorge Naime disse se sentir um bode expiatório sobre o que aconteceu em Brasília, e afirmou que foi injustamente acusado de ter retardado as tropas no momento de prender os ativistas que tentavam retornar ao QG do Exército. 

 

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“Se fosse para retardar a fuga dos manifestantes, eu podia nem ter atendido o telefone e ter ido para a Esplanada. Eu continuei à frente das tropas mesmo ferido, depois de ter sido atingido por um rojão. Se eu estivesse retardando a tropa, deveriam ter me dado voz de prisão, o que não fizeram. Não sei de onde o interventor do DF tirou que eu estava dolosamente atrasando tropas”, disse o coronel, que destacou ter realizado 450 prisões de manifestantes.

 

“Me sinto um bode expiatório, pensei que ia receber um elogio pela minha ação para prender os manifestantes, e o que recebi foi a minha prisão. Não entendo até agora porque estou preso. Eu sou instrutor de vários cursos para a polícia, e não sei hoje como ensinar aos alunos o sentido de dever funcional, de senso militar. Com a injustiça que eu sofri, não tenho mais como falar para um aluno como levantar a espada para combater o crime e acabar sendo preso por isso”, completou. 

 

Sobre o acampamento de bolsonaristas em frente ao Quartel General (QG) de Brasília, o coronel Naime disse na CPMI que a ação da Polícia Militar do DF sempre foi limitada pelas Forças Armadas. Segundo o ex-chefe do Departamento Operacional, os policiais militares não tinham acesso ao acampamento para retirar ambulantes ou mesmo fazer prisões. 

 

Jorge Eduardo Naime disse que não só a Polícia Militar, mas também a Polícia Federal tentou cumprir mandados de prisão dentro do acampamento, e acabou sendo rechaçada pelos manifestantes. O coronel da PMDF afirmou que esteve diversas vezes no acampamento, mas, segundo ele, sempre “a serviço”.

 

“Eu estive, sim, estive no acampamento várias vezes, sempre de serviço, nunca estive no acampamento na minha hora de folga, nunca estive no acampamento me manifestando, eu sempre estive no acampamento de serviço, no sentido de ter mais informações para a inteligência, dar mais informações para o comandante-geral, ter mais informações para fazer o planejamento, já que estava muito preocupado com o dia 1º de janeiro, que era a posse presidencial”, respondeu o depoente da CPMI.

Coronel da PM-DF apresenta atestado médico para não depor, mas recua e decide falar na CPMI do 8 de janeiro
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Depois de uma hora de atraso e dúvidas se haveria reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do 8 de janeiro, o ex-comandante de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Jorge Eduardo Naime, decidiu depor, apesar de ter apresentado atestado médico com pedido para não falar na CPMI. O coronel da PM-DF havia ingressado com habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para adiar o depoimento, mas decisão do ministro Alexandre de Moraes obrigou o comparecimento, apesar de permitir que ele pudesse ficar calado. 

 

O presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (PP-BA), solicitou que uma junta médica do Senado fizesse uma avaliação do depoente, entretanto, mesmo antes de sair o laudo, Jorge Naime preferiu dar o seu depoimento à CPMI, segundo disse, porque já estava ali no Senado e gostaria de responder a tudo que fosse perguntado. O coronel da PM-DF está preso desde janeiro e salientou que por isso não estava em perfeitas condições mentais para dar o seu depoimento. 

 

“Quando a gente está na situação de preso, e eu não entendo porque estou preso, mas qualquer alteração na nossa rotina acarreta alterações mentais. O médico me consultou ontem, onde estou detido, viu minha situação, e hoje apresentou o atestado médico para que a minha rotina não fosse alterada para não causar prejuízo à minha saúde mental. Mas como houve o deslocamento para o Senado, e tinha sido alterada a minha rotina, e como eu não tenho nada que não possa declarar perante essa CPMI, espontaneamente decidi falar, mesmo não estando na minha melhor condição”, disse o depoente. 

 

No início dos seus questionamentos, a relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), retomou a lembrança dos acontecimentos em Brasília no dia 7 de setembro de 2021, quando houve invasão da Esplanada dos Ministérios por caminhões e ameaças não concretizadas de vandalismo nos prédios sedes dos três Poderes. A relatora buscou entender a atuação da Polícia Militar do Distrito Federal naquele dia e no anterior, e como foi o planejamento diante das ameaças de invasão e quebradeira de prédios, principalmente a sede do STF.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Pensando aqui em quanta energia #sabetudo e Aninha do Camaro gastaram pensando em 2028, pra verem o Soberano tomar de volta a candidatura. Mas ninguém precisa correr pra ficar com pena do Soberano. Pelo menos ele tem seu lado empresário pra ocupar o tempo até lá. O motivo, dizem às más línguas: o Carlismo morreu. Ao menos sob a batuta do herdeiro original. Dito isso, ele vai aproveitar também pra ajudar o Ferragamo com essa crise de imagem dos ônibus da eleição. O cenário agora é de reflexão real. Apoiaram o ZeroUm, para manter vivo e soltar o Capitão, agora, quem vai ter que ficar ligado é a galera da Bahia. Ao menos quem não é seguidor da família. Por falar em eleição futura, os disparos em massa de #sabetudo devem ficar mais restritos. Na boca miúda, o que se fala é que essa eleição foi um block atrás do outro. Sobrou para Elde, Bonitinho, Renatinha Ex-Fala Bela e mais uma renca. Alguns desbloqueados, mas outros ainda vão ficar no cantinho do pensamento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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