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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Olívia Santana critica indicação de Jorge Messias e defende ministra negra no STF

Olívia Santana critica indicação de Jorge Messias e defende ministra negra no STF
A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de indicar novamente o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, com Fernando Duarte

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

jorge eduardo naime

Coronel Naime é diagnosticado com pressão baixa após cair em cela
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Jorge Eduardo Naime, foi diagnosticado com pressão baixa após queda em cela da Academia de Polícia e ser levado ao hospital, na madrugada desta quinta-feira (13). O agente foi preso por suposta conivência com os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

 

Segundo informações do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, Naime foi levado ao Hospital de Base, onde confirmaram que ele estava com pressão baixa. O médico responsável ajustou a dose do remédio para controle de pressão que o coronel toma regularmente. Por ter caído, o coronel foi submetido a exames, que não identificaram traumas.

 

Eduardo foi levado por volta de meia-noite a um hospital de convênio, mas, por se tratar de detento, teve de ser encaminhado ao Hospital de Base, que é público. Ele passou por exames e voltou ao batalhão em que está detido às 4h.

 

De acordo com a família de Naime, o coronel estava pré-diabético e hipertenso quando foi preso. Ele perdeu 14 quilos durante o período de reclusão e os medicamentos que tomava não tinham sido adaptados à nova condição de saúde.

 

O coronel tem mais de cinco meses preso. Na última quinta (6), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido de liberdade feito pela defesa.

Ex-chefe de operações da PM-DF nega negligência no 8 de janeiro e diz se sentir “bode expiatório”
Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

Em depoimento na CPMI do 8 de janeiro, o coronel Jorge Eduardo Naime, ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal, negou ter sido negligente no combate aos manifestantes que vandalizaram os prédios dos três poderes, em Brasília. Em respostas à relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), Jorge Naime relatou que estava de férias no dia 8 de janeiro, afastado de suas funções e sem participação no planejamento para a segurança da Esplanada dos Ministérios. 

 

O coronel da PMDF destacou ainda que, mesmo de férias, atendeu a pedido do governo do DF e seguiu para a Esplanada para assumir a operação de combate aos manifestantes. Jorge Naime disse se sentir um bode expiatório sobre o que aconteceu em Brasília, e afirmou que foi injustamente acusado de ter retardado as tropas no momento de prender os ativistas que tentavam retornar ao QG do Exército. 

 

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“Se fosse para retardar a fuga dos manifestantes, eu podia nem ter atendido o telefone e ter ido para a Esplanada. Eu continuei à frente das tropas mesmo ferido, depois de ter sido atingido por um rojão. Se eu estivesse retardando a tropa, deveriam ter me dado voz de prisão, o que não fizeram. Não sei de onde o interventor do DF tirou que eu estava dolosamente atrasando tropas”, disse o coronel, que destacou ter realizado 450 prisões de manifestantes.

 

“Me sinto um bode expiatório, pensei que ia receber um elogio pela minha ação para prender os manifestantes, e o que recebi foi a minha prisão. Não entendo até agora porque estou preso. Eu sou instrutor de vários cursos para a polícia, e não sei hoje como ensinar aos alunos o sentido de dever funcional, de senso militar. Com a injustiça que eu sofri, não tenho mais como falar para um aluno como levantar a espada para combater o crime e acabar sendo preso por isso”, completou. 

 

Sobre o acampamento de bolsonaristas em frente ao Quartel General (QG) de Brasília, o coronel Naime disse na CPMI que a ação da Polícia Militar do DF sempre foi limitada pelas Forças Armadas. Segundo o ex-chefe do Departamento Operacional, os policiais militares não tinham acesso ao acampamento para retirar ambulantes ou mesmo fazer prisões. 

 

Jorge Eduardo Naime disse que não só a Polícia Militar, mas também a Polícia Federal tentou cumprir mandados de prisão dentro do acampamento, e acabou sendo rechaçada pelos manifestantes. O coronel da PMDF afirmou que esteve diversas vezes no acampamento, mas, segundo ele, sempre “a serviço”.

 

“Eu estive, sim, estive no acampamento várias vezes, sempre de serviço, nunca estive no acampamento na minha hora de folga, nunca estive no acampamento me manifestando, eu sempre estive no acampamento de serviço, no sentido de ter mais informações para a inteligência, dar mais informações para o comandante-geral, ter mais informações para fazer o planejamento, já que estava muito preocupado com o dia 1º de janeiro, que era a posse presidencial”, respondeu o depoente da CPMI.

Coronel da PM-DF apresenta atestado médico para não depor, mas recua e decide falar na CPMI do 8 de janeiro
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Depois de uma hora de atraso e dúvidas se haveria reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do 8 de janeiro, o ex-comandante de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Jorge Eduardo Naime, decidiu depor, apesar de ter apresentado atestado médico com pedido para não falar na CPMI. O coronel da PM-DF havia ingressado com habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para adiar o depoimento, mas decisão do ministro Alexandre de Moraes obrigou o comparecimento, apesar de permitir que ele pudesse ficar calado. 

 

O presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (PP-BA), solicitou que uma junta médica do Senado fizesse uma avaliação do depoente, entretanto, mesmo antes de sair o laudo, Jorge Naime preferiu dar o seu depoimento à CPMI, segundo disse, porque já estava ali no Senado e gostaria de responder a tudo que fosse perguntado. O coronel da PM-DF está preso desde janeiro e salientou que por isso não estava em perfeitas condições mentais para dar o seu depoimento. 

 

“Quando a gente está na situação de preso, e eu não entendo porque estou preso, mas qualquer alteração na nossa rotina acarreta alterações mentais. O médico me consultou ontem, onde estou detido, viu minha situação, e hoje apresentou o atestado médico para que a minha rotina não fosse alterada para não causar prejuízo à minha saúde mental. Mas como houve o deslocamento para o Senado, e tinha sido alterada a minha rotina, e como eu não tenho nada que não possa declarar perante essa CPMI, espontaneamente decidi falar, mesmo não estando na minha melhor condição”, disse o depoente. 

 

No início dos seus questionamentos, a relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), retomou a lembrança dos acontecimentos em Brasília no dia 7 de setembro de 2021, quando houve invasão da Esplanada dos Ministérios por caminhões e ameaças não concretizadas de vandalismo nos prédios sedes dos três Poderes. A relatora buscou entender a atuação da Polícia Militar do Distrito Federal naquele dia e no anterior, e como foi o planejamento diante das ameaças de invasão e quebradeira de prédios, principalmente a sede do STF.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na véspera do São João, tem político brincando com fogo. O problema é que a chance de se queimar na fogueira é alta. No fim das contas, melhor deixar os apelidos por minha conta. Até porque o povo não tá tendo boas ideias nem pra plataforma de campanha. Enquanto isso, o Soberano agradece o livramento. Fez até o Cacique resgatar algo cada vez mais raro na política. E algo que faltou até ao Tente Outra Vez. Mas, no caso dele, talvez eu até entenda... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: CanalGovBr

"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF).  O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.

Podcast

Projeto Prisma recebe o deputado federal Alex Santana nesta segunda

Projeto Prisma recebe o deputado federal Alex Santana nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado federal licenciado Alex Santana (Republicanos) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (8). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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