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jonathan chabot
Um professor de capoeira baiano foi preso em Lisboa (PT) por ser suspeito de estuprar a própria filha, uma menina de 4 anos. Ele foi alvo da "Operação Artemis", deflagrada na manhã desta segunda-feira (8), que foi formada por equipes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, as Polícias Civil (Polinter) e Federal, além da Interpol.
Apesar da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) não divulgar o nome, a reportagem da TV Bahia apurou que o suspeito se trata de Jonathan Chabot, que possui dupla nacionalidade: francesa e brasileira. Ele foi preso enquanto estava na Academia de Capoeira de Lisboa, onde lecionava.
O mandado de prisão foi expedido pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), pelo crime sexual cometido no ano de 2021.
“A integração entre as Forças Federais e Estaduais, com o apoio internacional da Interpol, culminou nesta importante prisão. Desde junho iniciamos a Operação Artemis, com a captura de 131 criminosos envolvidos com crimes graves contra a vida”, destacou o coordenador da FICCO Bahia, delegado federal, Eduardo Badaró.
Acrescentou ainda que a retirada de circulação deste foragido, evitará que outras crianças se tornassem vítimas. “Não mediremos esforços para capturar foragidos por crimes graves contra a vida. Em outros estados ou até em outro país, chegaremos e vamos efetuar as prisões”, concluiu Badaró.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.