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joias de crioula
A exposição “Dona Fulô e Outras Joias Negras”, voltada para o protagonismo de mulheres negras que desenvolveram a “economia da liberdade” em pleno Brasil Colônia, foi aberta nesta quarta-feira (6), em Salvador. A mostra sobre a soteropolitana Florinda, conhecida como Dona Fulô, exibe uma rara coleção de joias brasileiras, conhecidas como Joias de Crioula. As peças poderão ser visitadas até o dia 16 de fevereiro de 2025, de terça a domingo, das 10h às 20h, no Museu de Arte Contemporânea (MAC), no bairro da Graça.
Na mesma ocasião, foi lançado o livro “Florindas,” que amplia o contexto histórico-cultural das peças exibidas e narra a trajetória das mulheres que as possuíram no século XIX. O momento foi marcado pela leitura de versos de Gilberto Gil, de um poema escrito por ele em homenagem a Florinda Anna do Nascimento, incluído na obra.
Além das joias históricas e registros de época, o público poderá conferir obras contemporâneas de artistas negros, que dialogam com essa herança e criam novos sentidos para essas “joias de luta.” A exposição integra a programação do Grupo de Trabalho de Cultura do G20 (principal fórum de cooperação econômica internacional) na capital baiana.
“Essa exposição vem como se fosse um brinde para esse momento, que traz aí também uma história de reparação pela força e pelo significado, pelo simbolismo da história das mulheres negras. Vem fortalecer a cultura do Brasil, especialmente nesse momento do Novembro Negro,” pontuou a ministra da Cultura, Margareth Menezes, na abertura da mostra.
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Pérolas do Dia
Raimundinho da Jr
"Mulher negra de coração branco".
Disse o deputado Raimundinho da JR (PL) ao parabenizar Olívia Santana (PCdoB) durante a sessão da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desta quarta-feira (25), que a parlamentar era uma mulher “de coração branco”.