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jogos olimpicos de inverno 2026
O papa Leão XIV pediu que líderes mundiais usem os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que ocorrem a partir da próxima sexta-feira (6), para promover a paz. Em declaração dada neste domingo (1º), o líder católico ressaltou a importância do diálogo, ao convocar autoridades a adotarem medidas concretas para desacelerar os conflitos.
“A trégua olímpica é um costume antigo que acompanha a realização dos jogos”, disse o papa. "Espero que aqueles que se preocupam com a paz entre os povos e ocupam posições de autoridade deem, nesta ocasião, passos concretos em direção à desescalada (de conflitos) e ao diálogo", acrescentou.

Foto: Divulgação / Jogos Olímpicos De Inverno 2022
A cidade italiana de Milão e a estação alpina de Cortina d’Ampezzo serão coanfitriãs das Olimpíadas, que começam na próxima sexta-feira e seguem até o dia 22 de fevereiro. A fala do papa ocorre em meio a protestos na Itália após os Estados Unidos informaram que o seu Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira (ICE, na sigla em inglês) irá atuar nos jogos, fazendo a segurança da delegação olímpica americana.
O papa Leão, que é norte-americano, não especificou a que conflitos se referia, mas neste sábado (31), centenas de manifestantes protestaram em Milão contra a presença dos agentes nos jogos. O pontífice também já criticou a política rígida de imigração do governo de Donald Trump no passado e também as ofensivas, por exemplo, contra a Venezuela e o México.
Após a oração semanal do Angelus, no Vaticano, o papa Leão afirmou que grandes eventos esportivos carregam uma "poderosa mensagem de fraternidade" e podem reacender a esperança em "um mundo em paz", ao recordar a antiga tradição da trégua olímpica.
Neste domingo, o papa também expressou preocupação com as recentes tensões entre os EUA e Cuba e pediu um "diálogo sincero e efetivo" entre os países.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.