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Na tarde desta segunda-feira (4), o Al-Hilal enfrentou o Esteghlal, do Irã, em partida válida pela Liga dos Campeões Asiática. Havia uma grande expectativa sobre o jogo, por ser o segundo confronto com a presença de Neymar, que voltou recentemente da recuperação de uma lesão grave no joelho. Após jogar por 29 minutos, o brasileiro teve de ser substituído por sentir uma dor muscular.
Após a partida, Jorge Jesus, técnico do Al-Hilal, detalhou melhor a nova lesão e a previsão de recuperação do camisa 10.
"Neymar ficará afastado por pelo menos duas semanas e está com uma lesão muscular", disse Jorge.
O craque brasileiro publicou um story em seu perfil oficial do Instagram comentando sobre o novo caso.
"Senti como se fosse uma câimbra, só que muito forte! Farei exames e espero que não seja nada demais... É normal após um ano acontecer isso, os médicos já tinham me avisado, por isso tenho que ter cuidado e mais minutos para jogar", explicou o jogador.
Este foi o segundo jogo de Neymar após a volta de sua lesão do rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho. A equipe saudita venceu a partida por 3 a 0, com três gols do sérvio Aleksandar Mitrovic.
Na tarde desta segunda-feira (4), Neymar voltou a entrar em campo pelo Al-Hilal para disputar segunda partida após longa recuperação de uma lesão grave no joelho.
O atacante da Seleção Brasileira atuou por 29 minutos contra o Esteghlal, do Irã, em partida válida pela Liga dos Campeões Asiática, e foi substituído após sentir uma lesão muscular. Chateado com nova baixa, Neymar jogou as caneleiras no chão ao sair da partida. O time saudita venceu o jogo por 3 a 0, com três gols do sérvio Aleksandar Mitrovic.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.