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joao haddad
O empresário João Haddad, noivo da influenciadora Luana Andrade, reapareceu em suas redes sociais nesta sexta-feira (17). Ele publicou um relato após perder sua namorada, em uma cirurgia de lipoaspiração nos joelhos.
"Prometi que ia vir aqui e antes de mais nada eu queria agradecer todas as mensagens de carinho e de conforto. A Lu foi minha namorada, minha parceira de vida. É muito difícil entender os planos de Deus, mesmo sabendo que ele sabe de todas as coisas. A ficha ainda não caiu, a qualquer momento eu acho que ela vai chegar, vai mandar uma mensagem. Ainda não consegui concretizar que nunca mais vou encontrar a Lu", contou ele emocionado.
Ele revelou que muitos fãs querem saber como será sua vida após a perda. "Não existe vida sem a Lu, nunca vai existir. Eu quero voltar a minha rotina aos poucos, no meu tempo. Assim que eu me sentir melhor eu vou compartilhando aqui com vocês, meus sentimentos, minha rotina, como vai ser daqui pra frente”.
Preciso continuar trabalhando, mas ainda estou meio aéreo. E eu tenho certeza que cada passo que eu der, cada coisa que eu fizer, ela vai estar comigo e isso me conforta um pouco", continuou.
Haddad finalizou contando que sua noiva sempre foi sua companheira. "Ela sempre esteve do meu lado, sempre me apoiou, me incentivou, me aconselhou muito. Um dos motivos de eu estar aqui é ela. Nesse tempo de internet, eu aparecia, sumia e dessa última vez eu estava postando mais, foi por ela. Ela não me fez desistir. Eu não vou desistir daqui. Eu vou continuar correndo atrás dos nossos sonhos, por mim e por ela", finalizou.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.