Artigos
De menina leitora à escritora
Multimídia
Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
joao guilherme cerqueira da silva escolano
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, na última sexta-feira (21), os pedidos de urgência apresentados por Kleber Cristian Escolano de Almeida, o Binho Galinha, João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano e Mayana Cerqueira da Silva. Os três buscavam reverter decisões que mantêm suas prisões preventivas em investigações relacionadas a uma organização criminosa, mas o tribunal entendeu que nenhuma das solicitações apresentou ilegalidade evidente que justificasse uma possível intervenção na decisão.
Os recursos foram apresentados na forma de Habeas Corpus usado para contestar prisões. Para o STJ, nenhum dos casos apresentou ilegalidade evidente que justificasse intervenção imediata.
No caso de Binho Galinha, o tribunal rejeitou o agravo que buscava superar o entendimento do STF para forçar uma análise urgente de sua soltura. O STJ afirmou que ele é apontado como líder de uma organização criminosa armada e estruturada e que as decisões que mantêm sua prisão estão fundamentadas no risco de novos crimes. A Corte destacou que não encontrou qualquer irregularidade que autorizasse a liberação imediata.
Para João Guilherme, filho do parlamentar, o pedido também foi recusado. A defesa argumentou que o Ministério Público havia pedido o arquivamento parcial das acusações, restando apenas o crime de embaraço à investigação. Mesmo assim, o STJ considerou que a nova prisão preventiva se baseou em fatos novos. O Juízo responsável pelo caso registrou que Guilherme teria tentado obstruir a investigação e que o grupo criminoso permanecia ativo, o que reforça o risco em caso de uma possível reincidência.
No caso de Mayana, esposa de Binho Galinha, o pedido de reconsideração também foi negado. A defesa alegou que o Ministério Público arquivou as acusações de receptação e extorsão, mantendo apenas organização criminosa e lavagem de capitais. Segundo os advogados, esse cenário seria semelhante ao que levou o STJ a conceder sua soltura em um recurso anterior. O tribunal, porém, entendeu que revogar a prisão de forma urgente seria precipitado.
Binho Galinha responde por liderar há anos uma organização criminosa armada. Ele é investigado por lavagem de capitais, exploração clandestina de jogos de azar, agiotagem, extorsão majorada, receptação qualificada e embaraço à investigação. A esposa de Binho é apontada como integrante da “alta cúpula” do grupo, atuando na direção operacional e administrativa; e o filho do líder é identificado como participante operacional da organização.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.