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joalheira
Um grupo criminoso especializado em furtos a joalherias em diferentes estados foi desarticulado na manhã desta quarta-feira (1), durante a operação Diamante de Sangue, coordenada pela Polícia Civil da Bahia. Ao todo, dez pessoas foram presas em Salvador, Aracaju, Goiânia, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo.
Durante a ação, foram apreendidos veículos de luxo, uma moto aquática, uma aeronave e R$ 9 mil em dinheiro.
As investigações, conduzidas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) ao longo de cerca de um ano, indicam que os bens eram utilizados para ocultar e movimentar recursos obtidos com atividades ilícitas.
Entre os itens apreendidos estão um Toyota SW4, uma Volkswagen Amarok, uma moto aquática avaliada em cerca de R$ 200 mil, localizada em Aracaju, e uma aeronave, encontrada em Roraima. Segundo a polícia, o avião era usado tanto no apoio logístico ao tráfico internacional de drogas quanto no deslocamento de integrantes do grupo.
A apuração também identificou que a organização criminosa atuava de forma estruturada, com divisão de funções, incluindo furtos em centros comerciais, golpes eletrônicos e lavagem de dinheiro.
Ao todo, 55 contas bancárias ligadas aos investigados foram bloqueadas, somando cerca de R$ 13 milhões.
O grupo também é investigado por uso de dados pessoais de terceiros para fraudes bancárias, além de envolvimento com tráfico internacional de drogas, estelionato, furto qualificado e falsificação de moeda.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.