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Em 2024, a Série A do Campeonato Baiano contará com o retorno do Jequié, campeão da Série B em 2023 após vencer na final o Jacobina, outra equipe que estará na elite do futebol baiano no ano que vem.
O Jipão, clube que no próximo dia 20 de novembro completa 54 anos de história, não frequenta a Primeira Divisão estadual desde 2019 quando terminou a edição daquele ano rebaixado. Reformulado, a conquista em 2023 é a terceira da Segunda Divisão do Campeonato Baiano na história da equipe azul, amarela e branca (também campeã em 1992 e 2017), que, comandada pelo técnico alagoano Alyson Dantas terminou a campanha com sete vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas.
Em conversa com o Bahia Notícias, Alyson Dantas falou sobre o seu futuro na equipe e disse que ainda não definiu a sua permanência no Jipão para a temporada de 2024. Segundo ele, ainda não houve conversas com a diretoria do clube.
"Eu ainda não tenho nada certo. O meu contrato foi para a Segunda Divisão do Campeonato Baiano. Conquistamos o acesso e o título, agora a diretoria deve pensar no planejamento para a Primeira Divisão, porém ainda não tenho nada certo, não conversei com a diretoria. O momento agora é de descansar bem porque nós trabalhamos muito por essa conquista".
Foto: Alan Ribeiro/ASCOM-ADJ
Com um "carinho enorme" cultivado pela Jipão, Alyson avaliou que as portas do clube estão abertas, elogiou a estrutura do Jequié e afirmou que irá aguardar o pronunciamento da diretoria em relação ao planejamento para o ano que vem.
"Nós não conversamos nada ainda, mas o mais importante é que fizemos um excelente trabalho e deixamos as portas abertas. O Jequié é uma grande equipe, oferece uma estrutura de trabalho bacana. A gente sempre tem um carinho enorme pelo clube, pela história que nós construímos. Agora precisamos aguardar e ver o pronunciamento da diretoria. Ver o que eles pensam em termos de planejamento para o futuro do clube".
Aos 42 anos, o título com o Jequié foi o terceiro da carreira de Alyson Dantas como técnico de futebol, iniciada em 2010. Primeiro, o treinador venceu o Campeonato Alagoano de 2011 com o CEO, o Centro Esportivo Olhodagüense, time da sua cidade natal e depois veio a conquista da Série B do estadual alagoano, em 2014, com o Ipanema. Além disso, o técnico também trabalhou no ASA de Arapiraca, Jaciobá-AL, Coruripe-AL, e no Altos-PI e no Fluminense de Feira, como auxiliar técnico.
Foto: Alan Ribeiro/ASCOM-ADJ
Sobre os fatores que levaram à conquista do título e o retorno do Jequié à elite do futebol baiano, Alyson destacou o bom relacionamento com a diretoria e o suporte oferecido para a comissão técnica e os atletas.
"Foi feito o planejamento com o presidente Leur (Lomanto Júnior) e o vice-presidente Camilo (Barbosa). A diretoria deu todo o suporte, uma estrutura bacana para que a gente trabalhasse. Estavam no dia a dia sempre interagindo com a gente, conversando bastante para que a gente conseguisse o acesso e o título. São diretores sérios, comprometidos com o Jequié, que nos deram todo o suporte para que a gente conquistasse os nossos objetivos".
O trabalho da comissão técnica, diretoria, jogadores e todos os funcionários do Jequié foi recompensado com a população da cidade do sudoeste da Bahia em festa após o título em um Estádio Waldomiro Borges, o Waldomirão, praticamente lotado. Alyson Dantas fez questão de agradecer o apoio da torcida jequieense durante toda a competição e que registrou o maior público da Série B do Baianão de 2023 com 3.047 pessoas presentes na decisão.
"A repercussão foi muito positiva pela conquista do título. Foi muito importante para a cidade e para a torcida. O torcedor do Jequié ficou muito feliz com o acesso e o título, principalmente. A gente só tem que parabenizar toda a torcida por ter nos ajudado durante toda a competição".
Foto: SECOM/PMJ
Com a presença do Jequié, o Campeonato Baiano da Série A de 2024 contará com outras nove equipes (Atlético de Alagoinhas, Bahia, Bahia de Feira, Barcelona de Ilhéus, Itabuna, Jacuipense, Jacobina, Juazeirense e Vitória) e será a 120ª da história da competição que é disputada ininterruptamente desde 1905.
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João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).
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