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Artigos

Nágila Maria
Quando o mundo se arma, as mulheres morrem
Foto: Ricardo Filho/ Divulgação

Quando o mundo se arma, as mulheres morrem

O mundo atravessa um tempo de instabilidade profunda. Conflitos armados se prolongam, alianças se reorganizam e discursos de força substituem negociações diplomáticas. A guerra voltou ao centro da política internacional, seja no confronto entre Rússia e Ucrânia, na escalada de violência envolvendo Israel, Hamas e Irã ou nas tensões entre Estados Unidos e China.

Multimídia

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner

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Durante entrevista ao Projeto Prisma, no Bahia Notícias, nesta quinta-feira (26), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) negou que a chapa majoritária para as eleições deste ano já esteja definida. A declaração chega após o senador Jaques Wagner (PT) anunciar a chapa majoritária completa da base governista para a disputa das eleições de 2026.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

jeffrey epstein

Governo dos EUA libera arquivos do caso Epstein sobre adolescente que teria sido estuprada por Trump
Foto: The Official White House

 

O Departamento de Justiça americano divulgou, nesta quinta-feira (5), documentos descrevendo várias entrevistas com uma mulher que acusou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estuprá-la nos anos 1980. As páginas, que pertencem ao FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), haviam sido anteriormente retidas do vasto acervo de documentos relacionados ao abusador Jeffrey Epstein

 

Segundo informações da Folha de S. Paulo, as notas datilografadas descrevem entrevistas conduzidas pelo FBI com a vítima em 2019, na ocasião em que ela disse ter sido estuprada tanto por Epstein quanto por Trump. Ela fez a denúncia pouco depois de Epstein ter sido preso naquele ano sob acusações de tráfico sexual.

 

Suas acusações contra Trump remontam à década de 1980, quando ela era adolescente. O relato da mulher está entre uma série de acusações não comprovadas contra homens conhecidos contidas nos milhões de documentos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça.

 

O departamento já havia divulgado documentos descrevendo a existência dos memorandos liberados na quinta-feira, indicando que o FBI havia conduzido quatro entrevistas relacionadas às acusações dela e havia escrito resumos de cada conversa.

 

Mas apenas uma dessas entrevistas parecia estar incluída na divulgação inicial, o que levantou dúvidas sobre por que as três restantes estavam ausentes, já que a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, aprovada em novembro de 2025 pelo Congresso norte-americano, exigia que o governo divulgasse todos os arquivos investigativos relacionados a Epstein, sem revelar informações que identificassem suas vítimas.

 

Quando os arquivos foram tornados públicos no final de janeiro, autoridades descreveram o acervo como incluindo todo o material enviado pelo público ao FBI e reconheceram que isso incluia acusações não corroboradas.

 

"Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020", disse o departamento em um comunicado.

Toto Wolff ironiza suspeitas sobre motor da Mercedes e faz referência a Caso Epstein
Foto: Divulgação / Mercedes

O clima nos testes de pré-temporada da Fórmula 1, no Bahrein, subiu de temperatura nesta quinta-feira (19). O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, reagiu às recentes suspeitas de irregularidades técnicas que pairam sobre os novos motores da escuderia para 2026. Em coletiva, o dirigente austríaco chegou a comparar o nível das acusações ao escândalo de Jeffrey Epstein.

 

As especulações indicam que rivais estariam questionando a legalidade da relação de compressão das unidades de potência alemãs, além de supostas pendências na homologação do combustível fornecido pela Petronas.

 

Visivelmente incomodado com o que chamou de "histórias inventadas", Wolff utilizou uma comparação para desqualificar os rumores. Sob risos da imprensa presente no circuito de Sakhir, ele sugeriu que a próxima acusação poderia ser de cunho pessoal e igualmente absurda.

 

"Amanhã talvez inventem outra coisa, não sei: apareci nos papéis de Epstein!, vai saber o quê! Outra coisa absurda!", disparou o mandatário, referindo-se ao financista americano envolvido em uma rede de tráfico sexual que atingiu figuras da elite global.

 

O centro da disputa técnica envolve o novo regulamento de motores, que agora equilibra a potência em 50% térmica e 50% elétrica. Concorrentes suspeitam que a Mercedes teria encontrado uma brecha na medição da taxa de compressão para obter vantagem de potência.

 

Wolff, no entanto, foi enfático ao negar qualquer desvio nas normas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

 

"Disseram que a relação de compressão (do motor) era algo ilegal, isso são bobagens, uma absoluta barbaridade", declarou o dirigente da Mercedes-AMG Petronas.

 

Outro ponto de desgaste é o combustível. Informações de bastidores sugerem que o produto da petroleira malaia Petronas ainda não teria recebido o selo de homologação necessário para o Grande Prêmio da Austrália, em 8 de março. Wolff também rechaçou a tese. 

 

"Depois inventam uma história segundo a qual nosso combustível seria ilegal, não sei de onde isso saiu, mas começa a circular", prosseguiu.

 

A situação é acompanhada de perto por McLaren, Alpine e Williams, equipes que também utilizam os motores Mercedes nesta temporada. Qualquer sanção ou necessidade de readequação técnica teria um efeito cascata em quase um terço do grid.

 

Apesar das declarações ácidas de Wolff, o paddock aguarda os relatórios oficiais da FIA. A expectativa é que, até a abertura oficial da temporada em Melbourne, todos os componentes técnicos e químicos passem pelo rigoroso processo de certificação da entidade máxima do esporte.

Franck Ribéry e advogado de Benzema são citados em documentos do Caso Jeffrey Epstein
Fotos: Reprodução / Instagram / @franckribery7 | Divulgação

ALERTA GATILHO: o texto a seguir apresenta informações que podem causar gatilhos para quem sofre com problemas psicológicos. O Centro de Valorização da Vida (CVV) conta com mais de quatro mil voluntários em todo o Brasil. A entidade é uma associação civil sem fins lucrativos e reconhecida como de Utilidade Pública Federal desde 1973 e presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar. Busque ajuda pelo telefone 188. O número gratuito e válido em todo o território nacional.

 

O ex-jogador e ídolo do Bayern de Munique, Franck Ribéry, foi mencionado em depoimentos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, conforme documentos publicados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O nome do francês surgiu em um registro no qual uma vítima afirma que ele e o advogado Sylvain Cormier teriam solicitado meninas de 14 anos em um estabelecimento descrito como parte de um circuito de exploração.

 

O documento traz um relato forte da vítima, que descreve uma tentativa de abordagem direta do atleta. Segundo o depoimento, Ribéry teria tentado agredi-la em seu próprio jardim após obter seu número e endereço, sendo contido e retirado do local por policiais. A vítima expressou sua surpresa e angústia ao perceber o que chamou de "braço da prostituição" retornando para buscá-la, justamente no momento em que tentava se reconstruir após anos de abusos familiares.

 

"Fiquei surpreendida ao ver a chegada do circuito da prostituição. Finalmente tinha conseguido libertar-me do meu progenitor predador e tinha finalmente encontrado a minha mãe, após anos de separação. Agora, tinha a impressão de que um braço da prostituição tinha voltado para me levar, como se eu tivesse de pertencer a eles", relatou a vítima nos autos oficiais.

 

É fundamental destacar que, apesar da gravidade do relato, não existe uma condenação ou confirmação judicial contra o atleta sobre este caso específico até o momento, tratando-se de alegações contidas nos autos tornados públicos.

 


Foto: Divulgação

 

Sylvain Cormier, também citado, é um advogado francês de renome que ficou conhecido por defender Karim Benzema (atualmente no Al-Ittihad) em casos polêmicos, como o "Caso Valbuena" e o "Caso Zahia". Neste último, ocorrido entre 2010 e 2014, o advogado defendeu o atacante de acusações de relações com uma prostituta menor de idade, focando na tese de que o jogador não tinha conhecimento da idade da jovem, o que resultou em sua absolvição.

 

CASO JEFFREY EPSTEIN
O caso Jeffrey Epstein é reconhecido como um dos escândalos mais graves das últimas décadas, expondo uma rede de abuso sexual e tráfico de menores que envolvia figuras influentes da política, da realeza e do empresariado mundial.

 

Epstein era um financista norte-americano que utilizava sua vasta fortuna e conexões poderosas para aliciar meninas em situação de vulnerabilidade, oferecendo falsas promessas de ajuda financeira ou carreiras promissoras para atraí-las ao seu círculo de exploração.

 

A trajetória judicial de Epstein foi marcada por controvérsias, começando em 2008, quando ele fechou um acordo na Flórida que foi duramente criticado pela opinião pública. Na ocasião, ele se declarou culpado apenas por crimes menores de prostituição, cumprindo uma pena leve de 13 meses em regime semiaberto.

 

O caso só ganhou nova força em 2019, após investigações jornalísticas detalhadas que levaram à sua nova prisão por tráfico sexual federal. As acusações apontavam que os abusos eram sistemáticos e ocorriam em suas propriedades de luxo em Nova York, Flórida e em sua ilha particular nas Ilhas Virgens Americanas.

 

A morte de Epstein em sua cela, em agosto de 2019, encerrou o processo criminal contra ele, mas abriu caminho para uma série de teorias e novas investigações. Embora a causa oficial tenha sido suicídio, falhas graves no protocolo de segurança da prisão alimentaram suspeitas sobre as circunstâncias do ocorrido.

 

Mesmo sem o réu principal, a justiça avançou contra seus cúmplices, culminando na condenação de Ghislaine Maxwell em 2021, sentenciada por recrutar e facilitar os abusos cometidos pela rede de Epstein, mantendo o caso sob constante vigilância pública.

Pegadinha de Silvio Santos aparece em arquivos do caso Jeffrey Epstein
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Um vídeo de pegadinha de um antigo programa de Silvio Santos aparece entre os arquivos oficiais do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso Jeffrey Epstein. 

 

O material do caso foi liberado na última sexta-feira (30), com cerca de 3 milhões de páginas, 2.000 vídeos e 180 mil imagens produzidas durante as investigações sobre Epstein, condenado por abuso sexual de menores e encontrado morto em 2019. 

 

 

 

O vídeo da pegadinha se refere a um momento em que atores do programa brasileiro assustam pessoas na rua com um jato semelhante a um extintor de incêndio. Até o momento, no entanto, não há explicação oficial sobre o que motivou a inclusão desse vídeo nos documentos. 
 

Documentos do caso Epstein citam jogador Kristaps Porzingis, da NBA, em acusação não formalizada
Foto: Divulgação

Novos documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein, divulgados na última quarta-feira (4), pelo Governo dos Estados Unidos, mencionam o nome do jogador da NBA Kristaps Porzingis. Os arquivos fazem referência a uma acusação de violação atribuída ao atleta, supostamente ocorrida em março de 2019, quando ele ainda defendia o New York Knicks. Apesar da citação, nenhuma denúncia formal foi apresentada à Justiça.

 

De acordo com o material revelado, Epstein teria enviado um e-mail com a pergunta "Você tem um investigador em quem confia?", sem identificação do destinatário. Os documentos também indicam que o então empresário entrou em contato com seu advogado para discutir a possível contratação de um investigador particular.

 


Foto: Reprodução / Redes Sociais

 

Segundo as informações contidas nos arquivos, a mulher envolvida no caso alegou que Porzingis teria oferecido US$ 68 mil (cerca de R$ 355 mil) para ajudar a pagar a faculdade de seu irmão, como forma de tentar “apaziguar” a situação. A polícia de Nova York, responsável pela apuração, apontou que, caso haja ligação direta entre o episódio e as comunicações atribuídas a Epstein, o caso pode ser enquadrado como uma tentativa de extorsão.

 

À época, a mulher apresentou um documento que supostamente teria sido assinado por ela e pelo jogador, estabelecendo um acordo entre as partes. Os advogados de Porzingis, no entanto, afirmaram que o documento era falso. A proximidade temporal entre o episódio envolvendo o atleta e as mensagens atribuídas a Epstein levantou suspeitas sobre uma possível conexão entre os casos, embora não haja confirmação oficial.

 

Kristaps Porzingis estava no Atlanta Hawks, mas foi envolvido em uma troca com Jonathan Kamunga para jogar no Golden State Warrios. Ele não foi formalmente acusado, e o caso não avançou judicialmente até o momento.

 

ALERTA GATILHO: o texto a seguir apresenta informações que podem causar gatilhos para quem sofre com problemas psicológicos. O Centro de Valorização da Vida (CVV) conta com mais de quatro mil voluntários em todo o Brasil. A entidade é uma associação civil sem fins lucrativos e reconhecida como de Utilidade Pública Federal desde 1973 e presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar. Busque ajuda pelo telefone 188. O número gratuito e válido em todo o território nacional.

 

CASO JEFFREY EPSTEIN
O caso Jeffrey Epstein é um dos escândalos mais graves e controversos das últimas décadas, envolvendo abuso sexual, tráfico de menores, poder econômico e conexões com figuras influentes da política, da realeza e do mundo empresarial.

 

Jeffrey Epstein foi um financista norte-americano que construiu uma fortuna cercada de mistério e manteve uma rede de relacionamentos com pessoas extremamente poderosas. A partir dos anos 2000, ele passou a ser acusado de aliciar e abusar sexualmente de meninas menores de idade, muitas delas em situação de vulnerabilidade social, sob o pretexto de oferecer dinheiro, ajuda financeira ou oportunidades.

 

Em 2008, Epstein chegou a um acordo judicial extremamente controverso na Flórida. Apesar das acusações federais de tráfico sexual, ele se declarou culpado apenas por crimes menores relacionados à prostituição, cumprindo cerca de 13 meses de prisão em regime semiaberto, com autorização para sair diariamente para trabalhar. O acordo também garantiu imunidade a possíveis cúmplices, o que gerou forte indignação pública e críticas ao sistema judicial.

 

Em 2019, após uma série de reportagens investigativas, o caso voltou ao centro do debate. Epstein foi preso novamente, desta vez por tráfico sexual de menores em nível federal, com acusações mais amplas e penas que poderiam chegar à prisão perpétua. As investigações apontavam que os abusos ocorreram em diversas propriedades, incluindo mansões em Nova York, Flórida e uma ilha particular nas Ilhas Virgens Americanas.

 

Pouco mais de um mês após ser preso, em agosto de 2019, Epstein foi encontrado morto em sua cela. A causa oficial foi declarada como suicídio por enforcamento, mas as circunstâncias — falhas de vigilância, câmeras inoperantes e guardas ausentes — alimentaram teorias de conspiração e suspeitas de negligência grave. A morte impediu que o processo avançasse e que ele respondesse formalmente às acusações em julgamento.

 

Mesmo após sua morte, o caso continuou a ter repercussões. Diversas vítimas moveram ações civis, e nomes ligados ao círculo de Epstein passaram a ser questionados. A mais conhecida associada foi Ghislaine Maxwell, condenada em 2021 por ajudar a recrutar e abusar de menores.

Trump é citado em acusação de abuso sexual contra adolescente em arquivos do caso Epstein
Foto: Comitê da Câmara dos EUA/Reprodução

Documentos do caso Jeffrey Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta sexta-feira (30) citam uma acusação antiga de abuso sexual envolvendo o presidente norte-americano, Donald Trump. O material faz referência a uma denúncia segundo a qual uma adolescente, à época com 13 ou 14 anos, teria sido vítima de violência sexual décadas atrás, no estado de Nova Jersey. Trump não se manifestou sobre o conteúdo dos arquivos.

 

De acordo com os registros, a denúncia foi feita por uma pessoa que se identificou como amiga da suposta vítima. Um funcionário do Departamento de Justiça teria conversado com a denunciante, e o caso foi encaminhado ao escritório de Washington para possível apuração, conforme anotação oficial.

 

Os documentos não informam a data exata em que o suposto crime teria ocorrido nem indicam se a acusação resultou na abertura de investigação formal. Segundo os próprios registros, o relato se refere a fatos que teriam ocorrido há mais de 30 anos.

 

O Departamento de Justiça destaca que parte do material divulgado contém denúncias não verificadas e que os documentos devem ser analisados com cautela. Em divulgações anteriores relacionadas ao caso Epstein, por exemplo, houve a inclusão de conteúdos posteriormente considerados falsos e retirados dos arquivos oficiais.

 

No mesmo conjunto de documentos, aparecem outras acusações envolvendo Trump que, segundo a própria pasta, carecem de credibilidade. Entre elas está o relato de uma mulher que afirmou ter sido vítima e testemunha de um suposto esquema de tráfico sexual ocorrido entre 1995 e 1996 em um campo de golfe pertencente a Trump, na Califórnia. Essa denúncia também não resultou em confirmação oficial ou ação judicial conhecida.

Mensagens obtidas pelo Congresso dos EUA indicam que Trump tinha conhecimento sobre crimes de Jeffrey Epstein
Foto: White House

Democratas do Congresso dos EUA revelaram e-mails em que Jeffrey Epstein revela que o presidente Donald Trump teria "passado horas" na casa dele com uma de suas vítimas. As mensagens, divulgadas nesta quarta-feira (12), sugerem que o líder americano sabia mais sobre os crimes de Epstein, que incluem tráfico sexual, do que admite.

 

Trump nega firmemente ter qualquer envolvimento ou conhecimento do esquema de Epstein. Segundo ele, sua relação com o suspeito era amigável, mas houve uma separação.

 

No entanto, os democratas que integram o Comitê de Supervisão Americana afirmou que os e-mails, tirados de algumas das milhares de páginas recebidas, levantam novas questões sobre a relação entre o presidente e o suspeito. Os documentos foram publicados pelo jornal The New York Times.

 

Em uma das mensagens, Epstein afirma categoricamente que Trump "sabia sobre as garotas", que eram em sua maioria menores de idade. Em outra mensagem, Jeffrey pondera sobre como responder perguntas de jornalistas sobre a relação dos dois a medida em que Trump virou uma figura política.

 

"Esses últimos e-mails e correspondências levantam questões sobre o que mais a Casa Branca estaria escondendo e qual a natureza da relação entre Epstein e o Presidente", declarou o representando democrata do comitê, Robert Garcia.

 

Os três e-mails diferentes, que foram divulgados nesta quarta, fazem parte do acordo judicial, fechado na Flórida em 2008, onde promotores federais concordaram em não prosseguir com as acusações. Elas surgiram anos depois de Trump e Epstein relatarem um afastamento, no começo dos anos 2000.

 

Num e-mail de abril de 2011, Epstein disse a Ghislaine Maxwell, que mais tarde foi condenada por acusações relacionadas à facilitação de seus crimes: “Quero que você perceba que aquele cachorro que não latiu é Trump”. Ele acrescentou que uma vítima não identificada “passou horas na minha casa com ele, ele nunca foi mencionado”, ao falar com a confidente.

 

"Eu tenho pensado sobre isso", respondeu Maxwell.

 

Em um e-mail de janeiro de 2019, Epstein escreveu ao autor Michael Wolff sobre Trump: “É claro que ele sabia sobre as meninas quando pediu a Ghislaine que parasse”. Os democratas da Câmara, citando um denunciante não identificado, disseram esta semana que Maxwell estava se preparando para pedir formalmente a Trump que comutasse sua sentença de prisão federal.

 

Os e-mails foram fornecidos ao Comitê de Supervisão com uma parcela maior de documentos do espólio de Epstein que o painel solicitou como parte de sua investigação sobre Epstein e Maxwell, que cumpre pena de 20 anos por acusações de tráfico sexual.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Lero tentou arriscar, mas o tiro saiu pela culatra. Enquanto isso, parece que só o Cacique ainda tenta sustentar o discurso de chapa do amor. O Galego já parece mais interessado em Harry, enquanto o Correria teve que engolir um elogio pro Cacique. No fim das contas, o povo tem que lembrar que toda aposta tem um vencedor e um perdedor. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Leite

Eduardo Leite
Foto: Mauricio Tonetto / Secom-RS

"Não estamos diante de uma eleição comum". 


Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.
 

Podcast

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O deputado federal Leo Prates (PDT) é o entrevistado do Projeto Prisma na próxima segunda-feira (2). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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