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jannine jasem
Janinne Jasem, de 28 anos, ex-mulher do perito Ricardo Molina, de 71 anos, falou sobre supostas alegações do ex-marido nas redes sociais na noite da última sexta-feira (21). Molina contou que as ameaças aconteceram por ódio decorrente de um suposto caso extraconjugal dela. No entanto, Janinne declarou que a raiva dele teria sido por causa da religião dela.
"Eu tenho como provar que as coisas que o meu ex está falando não são verdade. A nossa briga não foi por traição, foi por causa da minha religião. Ele começou a me ofender por causa da minha religião", afirmou Janinne Jasem em sua conta no Instagram.
As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, responsável por revelar o caso. O site divulgou o momento em que Molina ameaça a ex-companheira e chega a urinar na Bíblia de Janinne, que estava no chão.
Ricardo Molina é reconhecido nacionalmente pelos seus trabalhos na área de fonética forense e passou a ser investigado pela Polícia Civil de São Paulo por agredir e ameaçar a ex-mulher.
No vídeo publicado por Janinne no Instagram é possível ouvir áudio em que Molina ameaça a ex-companheira algumas vezes. "Morra, Janinne, morra", declarou Molina. "É a única coisa que o mundo merece. Que você desapareça dele. Da minha vida, você vai desaparecer, mas o mundo ganhará muito sem a tua presença. Isso é certo", afirmou o perito.
Alerta: Cenas fortes no vídeo divulgado por Janinne Jasem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.