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jamil godinho
O DJ e produtor cultural Jamil Godinho denunciou, na madrugada deste domingo (4), ter sido vítima de homofobia dentro do Show Bar, localizado no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. O relato foi feito por meio das redes sociais.
De acordo com Jamil, o episódio começou quando ele procurou o proprietário do estabelecimento para tratar de uma situação. Durante a conversa, o dono teria questionado quem ele era e o ofendido com xingamentos de cunho homofóbico. O DJ também afirmou que, em meio à confusão, um segurança do bar desferiu um soco em seu tórax.
Ainda segundo o relato, ao tentar registrar a situação com o celular, o aparelho teria sido jogado no chão. Após o ocorrido, Jamil informou que se dirigiu a uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência. Confira a denúncia nas redes:
Em resposta apurada pelo Bahia Notícias (BN), o 'Show Bar' manifestou-se oficialmente sobre o caso, negando as acusações de violência e discriminação:
"Show Bar reafirma o seu compromisso com o respeito e a diversidade. Os fatos ocorridos ontem [estão sendo apurados] com base em registos internos e depoimentos. Até ao momento, não há confirmação de conduta discriminatória e da suposta agressão por parte da equipe. Permanecemos à disposição das autoridades", responde.
Além da nota oficial, a apuração junto ao estabelecimento indicou que depoimentos de pessoas presentes no local sugerem que o DJ apresentava sinais de embriaguez. Segundo o relato obtido pelo repórter, "os depoimentos de pessoas que estavam na casa é que a pessoa estava alcoolizada e fora de si".
O caso segue sob análise das autoridades competentes, que deverão utilizar as imagens das câmaras de segurança e os depoimentos de testemunhas para esclarecer o ocorrido. (Nota atualizada 13h para incluir posicionamento do bar)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.