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james jr
Bronny James, filho de LeBron James, vai seguir para a G League, liga de desenvolvimento da NBA. Após especulações, a ESPN americana confirmou que ele atuará pelo South Bay Lakers, afiliado dos Los Angeles Lakers. Sua estreia está prevista para o próximo sábado (9), contra o Salt Lake City, time ligado ao Utah Jazz. Antes disso, o camisa 9 estará disponível para o confronto contra o Philadelphia 76ers, na sexta-feira (8).
O plano dos Lakers é que Bronny jogue somente os jogos em casa na G League, já que ele deverá alternar entre a equipe principal e a secundária. Essa transição é comum para jogadores de segunda rodada do draft; dos 28 selecionados no ano passado, 23 passaram pela liga de desenvolvimento.
O técnico dos Lakers, JJ Redick, já havia mencionado na pré-temporada que essa era a estratégia desde o início. LeBron também comentou sobre o futuro de seu filho no Media Day, destacando que o essencial é o desenvolvimento de Bronny.
“O importante é continuar sendo melhor a cada dia. Nós somos uma equipe, então nós vamos lhe dar responsabilidades, e ele também nos dará. É assim que crescemos. Não acho que exista problema em jogar em South Bay. A franquia de lá é um reflexo de nós”, disse LeBron.
Bronny foi a 55ª escolha no draft deste ano e estreou na NBA contra o Minnesota Timberwolves. Até o momento, atuou em outras três partidas, contra Cleveland Cavaliers, Toronto Raptors e Memphis Grizzlies, acumulando quatro pontos e duas assistências.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.