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Em entrevista ao podcast BN na Bola nesta terça-feira (14), o pugilista baiano Keno Marley, consolidado como um dos principais nomes do boxe nacional, relembrou sua trajetória nos Jogos Olímpicos de Tóquio (2020) e Paris (2024), avaliando seu desempenho nas competições.
Sobre a participação em Tóquio, o atleta falou sobre a pouca idade, apesar da boa preparação. “Eu era muito novo, completei 21 anos durante os Jogos. Mas eu estava bem preparado”, afirmou. Ele relembrou a derrota apertada e a repercussão do resultado. “Foi uma luta de resultado dividido, 3 a 2. Todos os cinco árbitros dividiram o placar e deram a vitória para o britânico. Teve aquela comoção, o pessoal falando que achava que eu tinha ganhado. Naquele momento, eu também achei que tinha sido melhor”, explicou.
Keno destacou que preferiu transformar a frustração em evolução. “Eu tinha duas opções, ficar nessa de que eu tinha ganhado a luta ou assumir que cometi erros que custaram caro. Foi o que eu fiz”, pontuou. Segundo ele, a postura refletiu no ciclo seguinte, quando chegou à final do Mundial. “Logo em seguida, fui para o Campeonato Mundial e fiz uma final. Tinha muito tempo que o Brasil não conquistava isso no masculino”.
Já sobre os Jogos Olímpicos de Paris 2024, o baiano afirmou ter vivido seu melhor momento técnico. “Foi um ciclo em que eu fui muito bem. Fiz mais de 50 lutas e tive o melhor aproveitamento do Brasil”, disse. Apesar disso, voltou a ser eliminado na luta que valia medalha. “Aquilo ali, para mim, foi muito duro. O adversário foi melhor, foi bem superior”, reconheceu.
Com o título olímpico da juventude em 2018, o vice-campeonato mundial em 2021 e duas pratas em Jogos Pan-Americanos, Keno Marley segue motivado por um objetivo maior. “Ser campeão olímpico é um sonho, mas é mais sobre entrar para a história”, concluiu.
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Um dos principais nomes do boxe nacional na atualidade, Keno Marley comentou, em entrevista ao BN na Bola nesta terça-feira (14), sobre a sua transição para o boxe profissional. Aos 24 anos, o baiano, que disputou os ciclos olímpicos de Tóquio 2020 e Paris 2024, assinou com a Most Valuable Promotions (MVP), empresa do influenciador e pugilista Jake Paul, para estrear na categoria peso-cruzador.
Embora reconheça as semelhanças, Keno destaca que a dinâmica muda entre as modalidades. “Fui para dois Jogos Olímpicos, dois Jogos Pan-Americanos, enfim, Mundial, vários eventos. E após Paris, surgiu essa conversa: 'Pô, que tal a gente tentar fazer lutas no boxe profissional, o que acha?'. Querendo ou não, é a mesma modalidade, porém um esporte diferente. E aí eu gosto de desafios. Já me desafiei bastante no boxe olímpico e aí surgiu essa ideia”.
A estreia de Keno no boxe profissional aconteceu em um "supercard" que contou com nomes como Anthony Joshua e Anderson Silva. Sobre o convite da MVP, o brasileiro revelou que a dedicação de Jake Paul ao esporte serviu de inspiração.
“Na mesma hora eu falei: 'Cara, é isso aí, eu acho que eu estou pronto para iniciar nesse grande palco que o Jake Paul vem promovendo'. Hoje o cara é atleta profissional de boxe. Ele fez essa mudança e eu falei: 'Pô, se o Jake Paul está conseguindo, eu também posso. Já sou profissional no olímpico, né?'. Acho que é o momento”, afirmou.
Segundo o boxeador, a principal diferença entre as práticas está no tempo de luta. No boxe olímpico, são três rounds de três minutos, com um minuto de intervalo. Já no profissional, a disputa começa com quatro, podendo chegar a 12 rounds, também com um minuto de descanso entre eles.
“O olímpico é muito mais intenso, mais explosivo e mais rápido devido ao tempo mais curto. O sistema de disputa também é diferente: no olímpico, é eliminatória simples, então são três ou quatro lutas em um campeonato. Já no boxe profissional, as lutas são casadas, a preparação é específica para o adversário, a luta é mais cadenciada e tem que ser mais assertiva”, explicou.
Natural de Conceição do Almeida, no Recôncavo Baiano, Keno Marley já foi campeão olímpico da juventude em 2018, vice-campeão mundial em 2021 e conquistou duas medalhas de prata em Jogos Pan-Americanos (2019 e 2023).
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A primeira promoção pública da luta entre Ronda Rousey e Gina Carano foi marcada por provocações e críticas ao cenário atual do MMA. As duas participaram na terça-feira (10) de uma entrevista coletiva em Inglewood, nos Estados Unidos, local que receberá o confronto agendado para 16 de maio.
Durante o evento, que incluiu o primeiro cara a cara entre as lutadoras, Rousey adotou um tom crítico ao comentar a situação da organização em que construiu sua carreira, o Ultimate Fighting Championship. Segundo a ex-campeã, mudanças administrativas após a venda da companhia alteraram a relação com os atletas.
A lutadora citou a aquisição da organização pela Endeavor e a integração ao grupo TKO Group Holdings como fatores que teriam impactado o modelo de remuneração.
"Antigamente o UFC era o melhor lugar a que você poderia ir nos esportes de combate para ganhar a vida e ser pago com justiça, e agora é um dos piores lugares para ir. É por isso que muitos dos seus melhores atletas estão saindo para procurar pagamento em outros lugares. É por isso que seus campeões como a Valentina (Shevchenko) estão vendendo fotos de suas tetas no OnlyFans. Essas pessoas, muitas delas no nível mais baixo, não conseguem sustentar suas famílias. Elas estão vivendo no nível de pobreza lutando em tempo integral. Esta companhia acabou de receber US$ 7,7 bilhões (R$ 40 bilhões). Não há justificativa para eles não poderem pagar seus atletas pelo menos um salário mínimo, e não só isso, nem mesmo poder igualar o que esses atletas recebem em outros esportes", disparou Rousey.
A ex-campeã também afirmou que a estrutura atual do mercado pode afastar novos talentos do MMA, já que outros esportes ofereceriam melhores condições financeiras aos atletas.
"Eles estão sangrando talento por causa da sua ganância de curto prazo. Eles estão pensando no próximo trimestre. Estão pensando nos acionistas. Não estão pensando em sua responsabilidade em serem guardiões do futuro do esporte."
Apesar das críticas à organização, Rousey afirmou manter boa relação com o presidente do UFC, Dana White. Segundo ela, a possibilidade da luta contra Carano chegou a ser discutida diretamente com o dirigente.
De acordo com a lutadora, a ideia inicial era promover o combate dentro da própria estrutura do UFC, em um evento com venda de pacotes de pay per view. A proposta, porém, acabou não avançando após mudanças no modelo de distribuição da empresa.
Rousey relatou que o confronto acabou sendo organizado pela Most Valuable Promotions, empresa ligada ao influenciador e boxeador Jake Paul.
"Uma vez que eles mudaram para um modelo de streaming, não interessa mais promover as melhores lutas possíveis. Dana está legalmente preso aos acionistas para maximizar o valor das ações e, infelizmente, agora que tomaram dele as rédeas da companhia, ficou praticamente irreconhecível. Eles precisam ser salvos de si mesmos e, por sorte, estou aqui para ser o herói", disse a ex-campeã.
A lutadora também comentou o fato de o confronto reunir duas atletas que tiveram papel importante na popularização do MMA feminino, mas que estão afastadas das competições há anos. Carano não luta profissionalmente desde 2009, enquanto Rousey fez sua última apresentação em 2016.
Para a ex-campeã, o combate vai além de um reencontro simbólico entre pioneiras da modalidade. "Ele (Dana) sabe que o card da Casa Branca é uma droga! (Risos) Ele sabe que estavam promovendo essa coisa por mais de um ano e não chegou perto das expectativas. Ele estava tão chateado que estava falando de uma luta que caiu na véspera. Posso garantir que ele também não está feliz."
O evento que terá Rousey e Carano como atração principal também prevê outros confrontos, incluindo a luta entre Francis Ngannou e Philipe Lins.
Uma semana após nocautear Jake Paul no “Dia do Julgamento”, nos Estados Unidos, Anthony Joshua se envolveu em um acidente de carro na Nigéria que resultou na morte de duas pessoas. O pugilista inglês, que tem pais nigerianos, estava passando férias no país.
As informações iniciais dizem que o campeão olímpico no boxe estava no banco de trás de um SUV, seguido por outro veículo com seus seguranças, e seu carro colidiu com um caminhão parado em uma rodovia movimentada em Makun, no estado de Ogun.
Enquanto duas pessoas morreram no local, Joshua sofreu apenas ferimentos leves. Segundo as primeiras informações, as vítimas da fatalidade foram dois treinadores e amigos próximos do lutador: Latz, seu personal trainer, e Sina, preparador físico do ex-campeão mundial. No momento, uma investigação é realizada para definir a causa do acidente.
Oluseyi Babaseyi, porta-voz da polícia local, deu uma declaração resumida do caso ao jornal nigeriano “Punch”.
“Duas pessoas morreram, enquanto Joshua e uma outra foram hospitalizados, e estão recebendo tratamento em um hospital que não será divulgado”, relatou.
Conhecido por suas polêmicas no mundo das lutas, o youtuber e pugilista Jake Paul voltou a criticar o MMA e exaltou a ascensão do boxe. Em entrevista ao canal All the Smoke Fight, realizada na última quarta-feira (29), o norte-americano afirmou que as artes marciais mistas perderam a emoção de antes, tornando-se uma versão "piorada" do boxe.
"Hoje em dia, todo mundo tem uma boa defesa de quedas. Todo mundo é faixa preta de jiu-jitsu. Então, não há mais finalizações, não há muitas quedas. O MMA não é o que era. Essa é a verdade. O boxe, por outro lado, está maior do que nunca. O maior evento esportivo de 2024 foi o boxe", disse Paul, se referindo à sua luta contra Mike Tyson, que ocorreu em novembro de 2024.
O influenciador destacou Alex Poatan como o maior nome do MMA na atualidade, atribuindo o sucesso do brasileiro às suas habilidades de kickboxing.
"Ele está nocauteando todo mundo. Ele é o melhor porque ninguém pode derrubá-lo, ninguém pode finalizá-lo. O boxe vai resistir ao teste do tempo. Tem sido assim desde 1500", completou.
JAKE PAUL NO MMA?
Desde que iniciou sua trajetória no boxe, em 2018, Jake Paul acumulou 11 vitórias e apenas uma derrota. Sua última luta foi em novembro, quando venceu Mike Tyson por decisão unânime no Texas.
Apesar das críticas ao MMA, Paul pode estar se aproximando de uma estreia na modalidade. Em 2023, assinou contrato com a PFL (Professional Fighters League) e, segundo o CEO da organização, Peter Murray, seu primeiro duelo na categoria acontecerá em 2025, contra "um adversário à altura".
O embate entre Mike Tyson e Jake Paul, ocorrido na última sexta-feira (15) nos Estados Unidos, continua gerando muita repercussão e opiniões divergentes. Com a vitória de Jake Paul por decisão unânime dos juízes, muitos fãs criticaram o resultado, mas o youtuber prontamente rebateu as acusações.
"As pessoas dizem: 'Ah, é manipulado porque ele olha para ele nas manoplas, mas ele não fez isso na luta'. É porque alguém está revidando, idiotas! As pessoas não percebem meu poder, meu jab, minha velocidade, minha habilidade e meu jogo de pés para desviar desses socos. Então, de repente, ele está socando o ar. Ele não consegue me acertar", explicou Jake.
O lutador tem sido alvo de críticas que insinuam uma possível fraude na luta. Segundo alguns espectadores, Tyson não teria usado a mesma força em seus golpes durante a luta em comparação com os treinamentos. Além disso, a postura mais defensiva e menos agressiva de Tyson, considerando sua idade e experiência, chamou a atenção do público.
Apesar das provocações antes da luta, Jake Paul demonstrou respeito por Mike Tyson durante os rounds. O youtuber elogiou as esquivas do ex-campeão e se mostrou impressionado com sua defesa.
"Gostaria que ele tivesse lutado melhor para que eu pudesse ter me destacado mais e feito mais, e ele tivesse aguentado. Essa foi a única coisa que não gostei", revelou.
Jake Paul e Mike Tyson protagonizaram um dos eventos mais esperados da temporada na última sexta-feira (15), no AT&T Stadium, em Arlington, no Texas, nos Estados Unidos. O evento, transmitido ao vivo pela Netflix, registrou um recorde de audiência, com mais de 65 milhões de espectadores.
A Netflix não divulgou o pico de audiência, mas informou que o alto número de usuários conectados causou problemas técnicos na transmissão. A plataforma prometeu solucionar os problemas em breve.
De acordo com a organização do evento, a bilheteria atingiu 17,8 milhões de dólares. Os ingressos foram vendidos a partir de 58 dólares, com preços que chegavam a 1.500 dólares. Os pacotes VIP custavam 2 milhões de dólares.
A Netflix tem demonstrado um crescente interesse em conteúdos esportivos, oferecendo uma variedade de programas, desde a Fórmula 1 até documentários sobre a vida de atletas.
O próximo grande desafio da Netflix no mundo dos esportes será a transmissão de dois jogos da NFL: Kansas City Chiefs x Pittsburgh Steelers e Houston Texans x Baltimore Ravens. Nesta segunda-feira (18), foi anunciado um show da cantora Beyoncé para o intervalo do jogo entre Texans e Ravens. O acordo da Netflix com a NFL é válido por três temporadas.
Em evento realizado na madrugada deste sábado (16), no AT&T Stadium, em Dallas, nos Estados Unidos, a lenda do boxe, Mike Tyson foi derrotado por Jake Paul, por decisão unânime dos juízes.
A luta contou com uma diferença de quase 30 anos entre os oponentes. Paul completa 28 anos em janeiro, enquanto Tyson tem 58 anos. Por conta disso, a luta contou com regras específicas e foram realizados oito rounds de dois minutos cada.
A última luta profissional de Tyson havia sido há 19 anos, quando foi derrotado por Kevin McBride. Mas em novembro de 2020, a lenda do boxe empatou em uma luta de exibição contra Roy Jones Jr. — ambos com mais de 50 anos, à época.
O embate entre Mike Tyson e o influenciador digital Jake Paul acontece no dia 15 de novembro. As regras para o confronto já foram divulgadas, porém com algumas mudanças inusitadas solicitadas por Tyson, que não luta profissionalmente há quase 20 anos.
Uma das mudanças é o tempo de cada um dos oito rounds. Serão apenas dois minutos ao invés dos três minutos habituais em lutas profissionais. Mike revelou que o pedido da mudança foi para tornar o combate mais intenso, tendo em vista que não quer gastar muita energia.
Além da mudança no tempo, o peso da luva também será alterado: de 283g mudará para 397g, com o argumento de que os golpes se tornem mais "suaves". Apesar dos questionamentos, Jake Paul concordou com as alterações em um episódio recente de seu podcast.
Em uma decisão inédita, o órgão regulador do Texas aprovou o uso de luvas de 14 onças para lutas na categoria meio-médio do boxe, atendendo a um pedido do promotor Bryce Holden. Essa medida rompe com a prática comum nos EUA, onde estados geralmente exigem luvas de 10 onças para lutas até 66,6 kg. A alteração foi considerada segura pelo departamento responsável, embora ainda não se saiba se a luta será sancionada oficialmente; caso não seja, será registrada apenas como uma exibição.
DETALHES DO EVENTO
O esperado confronto entre Mike Tyson e Jake Paul ocorrerá no dia 15 de novembro, em Arlington, Texas, com transmissão ao vivo pela Netflix. O evento também terá outras lutas de destaque: Amanda Serrano enfrentará Katie Taylor, e Whindersson Nunes subirá ao ringue contra Neeraj Goyat.
O americano e multicampeão de boxe, Mike Tyson revelou dias antes da luta contra Jake Paul, no dia 15 de novembro, que lucra com o mercado da cannabis desde 2020. O ex-atleta, dono de 44 vitórias em 50 lutas ainda defendeu o uso da erva e afirmou que o ajuda nos treinos.
“A cannabis mudou completamente a minha vida. Eu não estaria lutando, não participaria desses eventos esportivos se não fosse a cannabis”, afirmou um dos maiores boxeadores de todos os tempos.
Em Nova Iorque, o empresário foi um dos que mais lucrou com a planta após a concessão de licença para a venda do produto começou em 2022. Os produtos que mais vendem na empresa são os que fazem parte da linha Tyson 2.0, que contém flores, vaporizadores e comestíveis em formato de orelha, lembrança da mordida de Tyson em Evander Hollyfield, em 1997.
Em 2023, segundo a revista Forbes, a loja de Tyson gerou US$ 150 milhões (R$ 865 milhões) de receita, sendo 30% apenas de cannabis e o resto de acessórios.
O confronto entre Mike e Jake Paul será às 22h, no AT&T Stadium, em Arlington, Texas, com transmissão exclusiva da Netflix.
Lenda do boxe mundial, o ex-lutador Mike Tyson, de 57 anos, retornará aos ringues em evento marcado para o próximo dia 20 de julho , onde terá embate com um dos maiores youtubers do mundo, Jake Paul. O combate acontecerá no AT&T Stadium, na cidade de Dallas, nos Estados Unidos e será transmitido ao vivo pela Netflix.
A Netflix e os participantes divulgaram o evento em suas redes sociais através de um vídeo. Nele, é possivel ver a tradicional encarada entre Tyson e Paul, em um prédio. Veja:
Não é a primeira vez que Mike Tyson deixa a sua aposentadoria para lutar. Em 2020, o ex-boxeador teve um duelo contra Roy Jones Jr em um evento de exibição, mas a luta terminou sem resultado.
Desde a sua estreia na luta em 2020, o youtuber soma nova vitórias e uma derrota, com seis nocautes computados.
Tyson possui em sua carreira apenas seis derrotas com 58 lutas disputadas. No seu histórico, possui 50 Vitórias com 44 nocautes e duas lutas sem resultado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Charles Fernandes
"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido".
Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).