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jackson santos macedo
Equipes da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS) cumpriram um mandado de prisão temporária contra o terceiro envolvido no triplo homicídio ocorrido no último dia 16, no bairro Alto do Cabrito. O investigado preso nesta segunda-feira (22) é apontado como peça operativa fundamental na logística do crime, que teve como vítimas os técnicos de internet Jackson Santos Macedo, Patrick Vinicius dos Santos Horta e Ricardo Antonio da Silva Souza.
De acordo com as investigações, o homem monitorou os trabalhadores antes de serem levados de Marechal Rondon para o local onde os corpos foram encontrados. A motivação das mortes tem relação com a suspeita de que as vítimas estariam instalando dispositivos de monitoramento para grupos rivais. A ação foi registrada em vídeos nos quais o suspeito é citado nominalmente por comparsas, enquanto questionavam a natureza do serviço prestado pelos técnicos.
O investigado foi submetido aos exames de praxe e permanece custodiado à disposição da Justiça. Também foi requisitada a coleta de material genético e de impressões papiloscópicas para confronto técnico-científico com vestígios biológicos e impressões colhidas nos locais do crime e nos veículos periciados durante a fase inicial do inquérito.
No domingo (21), dois homens envolvidos no triplo homicídio de técnicos de internet foram localizados. As capturas ocorreram durante o cumprimento de mandados judiciais em diferentes pontos da capital.
A primeira captura ocorreu no bairro de São Marcos, Já no bairro de Massaranduba, o segundo alvo, identificado como Jeferson Caíque Nunes dos Santos, conhecido pelo vulgo “Badalo”, reagiu à presença policial disparando contra os agentes.
A advogada de um adolescente suspeito de envolvimento no crime compareceu, na manhã desta segunda, à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI) para tratativas legais ligadas ao caso, comprometendo-se a apresentar o cliente na unidade especializada nos próximos dias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcinho Oliveira
"Venho a público esclarecer que fui surpreendido, nesta quarta-feira (1º), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão relacionado a uma investigação sobre contratos no município de Serrinha. Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos".
Disse o deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) ao usar as redes sociais no início da tarde desta quarta-feira (1°) para se pronunciar sobre a operação da Polícia Federal (PF).