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jackson do pandeiro
A ministra da cultura Maregerth Menezes celebrou a concessão do título de Patrimônio Cultural Imaterial da Paraíba a obra de Jackson do Pandeiro.
A honraria foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE-PB) da última quinta-feira, 18 de setembro, após a publicação do projeto de lei do deputado estadual Tovar Correia.
Ícone da cultura nordestina, Jackson do Pandeiro, nasceu na cidade de Alagoa Grande, no Brejo da Paraíba e se mudou para Campina Grande após a morte do pai.
O artista ficou conhecido como Rei do Ritmo, e tem entre os seus grandes sucessos as canções "Sebastiana", "Chiclete com Banana", "Alô Campina Grande", "O Canto da Ema".
Por meio das redes sociais, a ministra e cantora celebrou o reconhecimento da obra do artista. "Sempre muito bom poder ver e compartilhar a nossa cultura sendo reconhecida como deve: a obra de Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo, foi considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Paraíba", escreveu.
Margareth ainda pediu pelo reconhecimento de outros grandes nomes da cultura nacional. "Que o legado de grandes artistas seja sempre lemrbado e valorizado".
Alceu Valença explicou na estreia da série de TV "Ao Vivo no Soma" que a saudade do parceiro musical Jackson do Pandeiro, durante residência artística em Paris no ano de 1979, o motivou a compor a canção "Coração Bobo", que está completando 40 anos.
"Estava de saco cheio da ditadura no Brasil. Me deparei com uma radiola e comecei a ouvir um disco do Luiz Gonzaga. Tive saudade do Jackson e fiz uma música chamada 'Coração Bobo' para ele", contou o artista.
O centenário do cantor e compositor paraibano de forró e samba Jackson do Pandeiro foi celebrado n dia 31 de agosto deste ano. A estreia da nova série de TV "Ao Vivo no Soma", será no dia 3 de setembro, às 21h, no canal fechado Music Box Brazil.
O cantor Del Feliz realiza ao lado de Cegueira de Nó e dos convidados Carlos Pitta, Lazzo, Roberto Mendes e Antônio José a primeira edição do Tributo a Jackson do Pandeiro. O evento acontece neste sábado (13), no Coliseu do Forró, no Rio Vermelho, às 15h.
A homenagem acontece antes de Del Feliz dar continuidade à sua temporada de shows em uma turnê internacional. O artista realizará sete shows nas cidades de Tóquio, Guma e Hamamatsu, entre os dias 28 de abril e 5 de maio.
Del Feliz, que é natural de Barreiras, na Bahia, ao longo da sua carreira já fez parcerias musicais com nomes como Dominguinhos, Maria Bethânia, Elba Ramalho, Carlinhos Brown, entre outros artistas.
O tributo a Jackson do Pandeiro será realizado até agosto no Coliseu do Forró e contará com novos artistas e convidados.
SERVIÇO
O QUÊ: Jack é isso
QUANDO: Sábado, 15 de abril, às 15h
ONDE: Coliseu do Forró, Rio Vermelho
VALOR: R$ 25
Há mais de uma década, o Ceguêra de Nó explora a sonoridade e o repertório de Jackson do Pandeiro – uma das suas principais influências – em suas apresentações e trabalhos autorais como grupo de forró “autêntico” e “tradicional”. Neste fim de semana, no entanto, a banda antecipou a celebração do centenário do nascimento do artista paraibano com um novo show, “Jack é Isso”, em cartaz no Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia. Depois de um show nesta sexta-feira (24), eles se reapresentam neste sábado (25), às 20h30.
“Há 15 anos a gente faz esse show em homenagem a Jackson, enfatizando o lado sambista. No decorrer de sua carreira ela gravou muitos frevos, sambas e forrós, então pegamos essa linguagem do samba e as gravações que ele fez no decorrer de sua carreira pra representar um pouco do que ele fez”, conta o cantor e zabumbeiro Leo Marques, que ao lado de Zé de Rocha (sanfona e voz), Daniela Pena (triângulo), Ícaro Sá (pandeiro) e Felipe Guedes (violão sete cordas), forma o Ceguêra de Nó. “Pegando agora a época que em 2019 ele completaria 100 anos de nascimento [Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919 e morreu em 10 de julho de 1982], a gente pensou em fazer esse show, porque nada mais justo do que retornar com esse espetáculo para fazer a divulgação dos sambas que ele gravou, que pouquíssima gente conhece. Muita gente nem conhece Jackson, tem jovens da atualidade que nunca ouviram falar nele”, acrescentou o músico.
Explorando diversas vertentes do samba, a base do show será a mesma da executada há 15 anos, mas o grupo precisou fazer algumas alterações. “Será apresentado de acordo com o que a gente já tinha pronto, mas claro que a gente já fez uma recapitulação. Fizemos uma atualização para o repertório de antes, que tinha muita informação, muita música, e a gente deu uma enxugada”, diz Leo Marques, contando que o set-list passou de 55 para 27 canções gravadas por Jackson do Pandeiro – algumas de sua própria autoria e outras de influentes músicos , incluindo “muito samba de roda, samba de morro, sambaião, samba coco e principalmente samba de gafieira”.
Para completar o tributo, o Ceguêra de Nó decidiu trazer dois convidados especiais, no Café-Teatro Rubi. Nesta sexta-feira (24), o show teve participação do cantor Del Feliz; enquanto neste sábado (25), o forrozeiro Antônio José se soma ao grupo.
SERVIÇO
O QUÊ: Ceguêra de Nó – “Jack é Isso”
QUANDO: Sábado, 25 de agosto, às 20h30
ONDE: Café-Teatro Rubi - Salvador (BA)
VALOR: Couvert artístico de R$ 40
Jackson do Pandeiro, que no dia 31 de agosto completaria 99 anos, será homenageado pelo cantor, compositor e sanfoneiro Jó Miranda na próxima edição do Forró do Talco, realizada neste domingo (26), em Salvador. O evento acontece a partir das 19h30, na Cubanakan, situada no Jardim de Alah. “A carreira de Jackson foi voltada para o forró e o samba tanto cantando quanto compondo. Quem não conhece ‘Forró em Limoeiro’ e ‘Chiclete com Banana’? Ele nos deixou um legado riquíssimo e prestar homenagens a ele já é um ritual”, destaca Jó Miranda, que na ocasião interpretará os maiores sucessos do homenageado. O couvert artístico custa custa R$ 25.
SERVIÇO
O QUÊ: Forró do Talco – Homenagem a Jackson do Pandeiro
QUANDO: Domingo, 26 de agosto, às 19h30
ONDE: Cubanakan – Jardim de Alah – Salvador (BA)
VALOR: R$ 25
O grupo baiano Ceguêra de Nó homenageia o cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro no show "Jack é isso", em cartaz nos dias 24 e 25 de agosto, às 20h30, no Café-Teatro Rubi, em Salvador. No repertório, um apanhado com os sambas mais representativos gravados pelo artista homenageado ao longo de sua carreira. Para isso, o grupo formado por Léo Marques, Zé de Rocha, Ed Carlos, Sebastian, Luis Oliveira e Felipe Guedes estabeleceu a mesma formação instrumental utilizada por Jackson entre as décadas de 1940 a 1980: sanfona, zabumba, pandeiro, triângulo, cavaquinho e contrabaixo. O couvert artístico custa R$ 60.
SERVIÇO
O QUÊ: Ceguêra de Nó - "Jack é isso"
QUANDO: Sexta-feira e sábado, 24 e 25 de agosto, às 20h30
ONDE: Café-Teatro Rubi – Salvador (BA)
VALOR: O couvert artístico custa R$ 60
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.