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j20
Presidentes e representantes das Supremas Cortes e dos Tribunais Constitucionais dos países integrantes do G20, da União Europeia e da União Africana reúnem-se no Rio de Janeiro para intercâmbio de ideias e de iniciativas sobre temas jurídicos relevantes e atuais, a fim de instituir um fórum global para órgãos de jurisdição constitucional.
Organizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o J20 ocorre no contexto da presidência do Brasil no G20 em 2024. O objetivo é propor projetos de cooperação multilateral e bilateral sobre cidadania, inclusão social, litigância climática, desenvolvimento sustentável, transformação digital e uso da tecnologia para a eficiência da Justiça.
Programação
Os participantes foram recepcionados na tarde de domingo (12). Nesta segunda-feira (13), após a abertura oficial do evento, ocorrem as sessões temáticas sobre “Promoção da Cidadania e da Inclusão Social pelo Poder Judiciário”, programada para 10h30, e “Litigância Climática e Desenvolvimento Sustentável”, marcada para às 15h. Ambas as sessões serão restritas às comitivas.
O encontro de terça-feira (14) será aberto ao público e o debate se dará em torno do tema “Transformação Digital e Uso da Tecnologia para a Eficiência da Justiça”. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, fará a abertura de cada sessão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.