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israel hamas
Uma juazeirense que mora em Israel relatou momentos de tensão devido ao conflito naquele país, desde a última semana. Ao Rede GN, Patrícia Lisboa Minc não demonstrou vontade de sair do pais. Ela contou que se mudou para Israel a partir da possiblidade de intercâmbio para as duas filhas dela, que são também de Juazeiro.
Outro fator é que o companheiro dela é israelense. Segundo Minc, os momentos de tensão se acirram quando circulam informações de um novo ataque do Hamas. “Estou vivendo momentos de muita tensão, mas graças a Deus consigo manter a serenidade para expor a nossa dura realidade aqui em Israel”, relatou ao site juazeirense. Patrícia vive há quatro anos em Israel.
“Minhas filhas vieram estudar aqui, todas elas serviram ao exército israelense, é uma norma aqui que após o ensino médio os jovens vão servir ao exército ou entrar numa faculdade, a mais nova já está com 5 anos aqui, a mais velha há 9 anos e precisavam de um suporte nosso. A gente escolheu Israel também porque fazendo um comparativo, Israel tem as melhores faculdades do mundo, tecnologia muito forte e a economia aqui gira, tem trabalho”, relatou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.