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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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isenta
O deputado estadual Penalva (União) emitiu uma nota de esclarecimento para isentar a coordenação de campanha de ACM Neto de qualquer responsabilidade pela presença de duas mulheres em um carro de som durante caminhada realizada na última sexta-feira (28), em São Cristóvão, Salvador. No comunicado, o parlamentar classificou o episódio como uma atitude "isolada e impensada" de um eleitor, pedindo desculpas públicas pelo ocorrido. A manifestação do deputado ocorre após a deputada federal Ivoneide Caetano (PT) repudiar o episódio, acusando o grupo político de objetificação feminina.
Penalva afirma que a iniciativa de colocar as modelos no carro de som ocorreu sem conhecimento prévio ou autorização dele ou da coordenação de campanha de ACM Neto. "Lamento profundamente o episódio e peço desculpas pelo constrangimento causado a companheiros, companheiras e todas e todos da sociedade que possam ter se sentido desrespeitados ou desconfortáveis com a situação", diz o parlamentar.
"Esclarecidos os fatos, reitero que situações como essa não representam a forma como conduzimos nossa construção política, baseada no respeito, na responsabilidade e no diálogo com a sociedade", destacou. O deputado reafirmou que sua trajetória pública e pessoal sempre foi pautada pelo respeito às mulheres, assegurando que esse tipo de situação não condiz com a sua forma de fazer política.
A deputada federal Ivoneide Caetano (PT) criticou o episódio nas redes sociais, classificando a cena como "revoltante" e afirmando que o corpo feminino não pode ser tratado como entretenimento ou "estratégia eleitoral." Ivoneide questionou, também, o posicionamento de setores do grupo político de ACM Neto que se apresentam como defensores "da família e dos bons costumes", apontando contradição no uso do corpo feminino como propaganda de carreata. A petista reforçou a gravidade do ato diante da luta diária que movimentos e parlamentares travam contra a misoginia e a violência de gênero no país.
O deputado estadual Roberto Carlos (PV) apresentou um Projeto de Lei que concede isenção da taxa de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas com mais de 50 anos no estado da Bahia. A proposta, que tramita na Assembleia Legislativa, busca promover mais equidade social e aliviar o peso das despesas dessa faixa etária.
Segundo o parlamentar, o projeto representa uma forma de reconhecer a importância das pessoas que continuam ativas e contribuindo para o desenvolvimento econômico do estado, mesmo após os 50 anos.
“Muita gente acima dos 50 anos ainda precisa dirigir para trabalhar, cuidar da família ou se locomover com dignidade. Esse projeto representa respeito e reconhecimento a quem construiu a Bahia com tanto esforço”, afirmou Roberto Carlos.
Em projeto obtido pelo Bahia Notícias, proposto pelo deputado, o texto visa conceder a isenção da taxa de renovação da CNH para indivíduos com mais de cinquenta anos. A proposta estabelece que, para usufruir do benefício, os requerentes devem apresentar a CNH válida e um documento de identidade com foto, além de se submeterem a um exame clínico obrigatório, conforme as normas do Detran-BA.
A justificativa do projeto argumenta que a medida busca promover justiça social e alívio econômico para um grupo etário que enfrenta desafios no mercado de trabalho e tem despesas crescentes. O texto também observa que, atualmente, os motoristas mais velhos precisam renovar a CNH com maior frequência, mas pagam o mesmo valor de taxa que os mais jovens.
Atualmente, o valor da renovação da CNH é fixado em R$ 159,22 para todos os condutores, sem distinção de idade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ana Paula Matos
"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"
Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.