Artigos
Biblio, o quê?
Multimídia
Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
isabela souza
Em meio a negociações partidárias em Brasília, a presidente do diretório estadual do Cidadania, a vereadora Isabela Sousa, garantiu que não existe mais futuro na federação do partido com o PSDB. Após uma reunião da executiva nacional do partido nesta quarta-feira (19), a legisladora destacou que o encerramento da Federação, em 2026, é eminente.
A presidente destacou ainda que apesar da decisão, há um respeito mútuo entre ela e as principais lideranças tucanas na Bahia. “Não existe um futuro ao lado do PSDB. Tenho uma excelente relação com Adolfo [Viana, deputado federal e presidente da Federação], com [Carlos, presidente da Câmara de Vereadores] Muniz, mas o momento agora é de fortalecimento do Cidadania”, declarou.
A medida de ruptura foi aprovada, por unanimidade, para não renovar a federação com os tucanos. O presidente nacional do partido, Comte Bittencourt, explicou que o Cidadania vai cumprir os prazos legais, mas “a partir de hoje, e espero que o Diretório Nacional referende essa decisão, o Cidadania começa a trabalhar sua estrutura, visando o próximo período político-eleitoral”.
Comte adiantou que a legenda “abrirá conversa com os partidos do nosso campo”. A decisão, tomada com ampla participação dos dirigentes nos estados e parlamentares, será submetida à avaliação do Diretório Nacional, que se reúne no dia 16 de março. O desenlace se daria de forma “respeitável e democrática”, conforme afirmou o presidente.
Os representantes do partido se revezaram criticando a federação, que teve como consequência uma preponderância do PSDB sobre o Cidadania, atrapalhando o crescimento deste e levando até mesmo à redução de sua representação nas câmaras municipais e no Congresso Nacional.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).