Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
investigado preso
Um homem de 21 anos foi preso ainda na manhã desta segunda-feira (09), ele é apontado pela polícia civil como autor de um duplo homicídio ocorrido em setembro de 2025. A prisão foi efetuada por equipes da Delegacia de Homicídios (DH), encerrando uma etapa crucial das investigações sobre o crime no bairro Santa Luzia, em Barreiras, no Oeste da Bahia.
O crime aconteceu no dia 12 de setembro de 2025. Na época, as duas vítimas identificadas como Ulisses Alves Nunes, de 33 anos, e Isaac Barbosa de Oliveira, de 26, foram surpreendidas por disparos de arma de fogo enquanto jogavam sinuca em um estabelecimento comercial. Ulisses morreu ainda no local do atentado. Isaac chegou a ser socorrido por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital do Oeste, mas não resistiu aos ferimentos graves.
Ainda de acordo com o inquérito policial, os executores chegaram ao bar a pé e efetuaram diversos disparos antes de fugirem. Além do jovem preso nesta segunda-feira, a Polícia Civil identificou a participação de um adolescente no crime. O procedimento referente ao menor já foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude da Comarca para as medidas socioeducativas cabíveis.
Com o avanço das apurações e a reunião de provas materiais, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado maior de idade. Após o cumprimento da ordem judicial, o preso foi encaminhado à unidade policial, onde passou pelos trâmites legais e agora permanece à disposição do Poder Judiciário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.