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investigacao bebidas adulteradas
O caso do cantor Hungria Hip Hop, internado após passar mal ao ingerir vodca em Brasília, teve uma reviravolta nesta sexta-feira (3). Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a perícia realizada nas amostras das bebidas consumidas pelo artista não identificou a presença de metanol, substância altamente tóxica que havia sido inicialmente suspeita como causa do mal-estar.
Conforme o Metrópoles, das amostras analisadas, nenhuma apresentou contaminação química. No entanto, os peritos confirmaram que uma das garrafas de vodca era falsificada, o que levanta novas linhas de investigação sobre a origem e comercialização da bebida.
Durante coletiva de imprensa, a equipe médica do Hospital DF Star, onde o cantor permanece internado, informou que Hungria apresenta melhora clínica. O médico assistente Leandro Machado relatou que o artista chegou a apresentar visão turva, mas foi rapidamente atendido. “Ele não corre risco de perder a visão”, afirmou o especialista, ressaltando que a agilidade no socorro foi essencial para evitar complicações mais graves.
Ainda segundo informações, a Polícia Civil de Brasília deve ouvir, na próxima semana, os comerciantes responsáveis pela venda das bebidas consumidas por Hungria. A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), em parceria com a Vigilância Sanitária do DF, a Anvisa e o Ministério da Agricultura (Mapa).
Equipes já recolheram amostras das bebidas ingeridas pelo cantor e de lotes vendidos em uma distribuidora e em um supermercado de Brasília. O material foi encaminhado ao Instituto de Criminalística para novas análises.
Ainda segundo informações, a investigação também resultou na interdição da distribuidora Amsterdan, localizada em Vicente Pires, que não tinha licença de funcionamento. A suspeita é que havia indícios de venda de bebidas clandestinas, e todo o estoque investigado acabou apreendido.
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"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.