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invasao ao ct do santos
A goleada por 6 a 0 sofrida diante do Vasco, no último domingo (16), no Morumbis, desencadeou uma série de protestos da torcida do Santos. Na última terça-feira (19), membros da Torcida Jovem invadiram o CT Rei Pelé e se reuniram com jogadores e dirigentes para cobrar mudanças no elenco e na postura do time.
Em nota oficial, a organizada explicou que a ação teve como objetivo "uma conversa franca" com o elenco e destacou que Neymar — capitão e ídolo santista — e Willian Arão foram os atletas mais participativos na reunião, que também contou com a presença do diretor executivo Alexandre Mattos. O assessor especial da presidência, Júnior Bozzella, também esteve no encontro, realizado no estacionamento do centro de treinamento.
A torcida exigiu a contratação de reforços e afirmou ter exposto sua insatisfação com o desempenho da equipe no Campeonato Brasileiro. No comunicado, o grupo ainda esclareceu que, ao chegar ao CT, encontrou outro grupo de santistas que já realizava um protesto no local.
No sábado (16), antes da invasão, o presidente Marcelo Teixeira visitou a sede da Torcida Jovem, na Zona Leste de São Paulo, para dialogar com associados. Durante a conversa, ele explicou pontos sobre o processo de reestruturação do clube, o programa de sócios, o modelo de gestão SAF e o projeto da nova Vila Belmiro. Teixeira também anunciou que, durante as obras do novo estádio, o Santos mandará seus jogos no Pacaembu, que passará por uma troca de gramado sintético para grama natural.
O clube informou ainda que, no momento da invasão ao CT, o presidente não estava presente, pois cumpria um compromisso profissional em sua empresa de comunicação.
Leia a nota oficial na íntegra:
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.