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Um homem foi preso sob suspeita de envolvimento na morte a tiros do porteiro Alef Mourana quinta-feira (28). Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria recebido R$ 3 mil para intermediar o assassinato. O crime aconteceu em 17 de abril, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.
Na ocasião, Alef Moura foi atingido por tiros enquanto estava em frente ao Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza, na Rua Porto Seguro, no bairro Santa Cruz, local onde trabalhava.
As investigações apontaram que o autor dos disparos é um menor de idade. A Vara da Infância já foi acionada para lidar com o caso, mas o adolescente permanece em liberdade, as informações foram confirmadas pelo G1.
O mandante do crime foi preso em junho. A polícia revelou que ele teria encomendado o assassinato após descobrir que sua companheira mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima. Ambos trabalhavam na mesma escola e, segundo o delegado Joaquim Rodrigues, responsável pelo caso, teriam encontros sexuais no local. Horas antes do homicídio, a mulher e o porteiro teriam se encontrado dentro da unidade de ensino.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem se aproximou da escola e chamou o porteiro. Após uma breve conversa, Alef Moura foi ferido com um tiro na região do tórax, e o suspeito fugiu a pé.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu o vigilante e o levou em estado grave para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas ele não resistiu aos ferimentos. Na época do ocorrido, o Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza publicou uma nota lamentando profundamente a morte de seu funcionário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.