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O senador baiano Otto Alencar (PSD) relembrou o período eleitoral de 2022 e admitiu que o processo que culminou na sua reeleição não foi fácil. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, na manhã desta terça-feira (4), ele revelou que precisou ser internado em três ocasiões durante a campanha, com direito a "anestesia geral".
"A eleição foi muito trabalhosa e eu consegui suportar. Até porque eu no período de junho até agosto fui internado três vezes no Hospital Aliança e tomei três vezes anestesia geral para um problema no rim. Eu tive uma obstrução renal muito grave, com infecção urinária e me internei no Aliança. Fiz o primeiro tratamento, tirou os cálculos renais que estavam no ureter, na bexiga, mas não tirou do rim. E colocou um aparelho chamado Duplo J", contou o senador ao sinalizar que esta é a primeira vez em que ele fala publicamente sobre o assunto.
"Oito dias depois tinha o Programa de Governo Participativo em Juazeiro. Chegando lá, quando desci do carro, o deputado Zó fez uma corrente e disse: 'não encosta no homem não que ele está cirurgiado'. Então fiz minha explanação, meu discurso, e voltei para Salvador. Passei um tempo tomando antibiótico, me internei, tomei outra anestesia geral, tirei o Duplo J e depois me internei outra vez na campanha e tirei o cálculo do rim e continuei a campanha. Tudo pela fé, pela força e coragem. Mas, foi duro. Não foi tão fácil assim", acrescentou.
Em 2022, Otto Alencar foi reeleito para mais um mandato no Senado com mais de 4,2 milhões de votos dos baianos, número que representa 58,31% dos votos válidos.
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Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.