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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou os dados de apreensões de drogas em 2024, e a Bahia se destacou ao manter a terceira posição no ranking nacional em apreensões de Maconha e Anfetaminas, com um aumento significativo nos números.
Em todo o Brasil, foram apreendidas mais de 850 toneladas de entorpecentes, um crescimento de 21,29% em relação ao ano anterior. A maconha e a cocaína continuam sendo as drogas mais apreendidas, mas o destaque fica por conta das anfetaminas, que registraram um recorde de apreensões, com mais de 859 mil unidades retiradas de circulação.
Imagens do gráfico ilustrativo da apreensão de maconha | Foto: Reprodução / PRF
A PRF atribui esse resultado a diversas ações, como o aprimoramento das técnicas de inteligência, a utilização de tecnologias avançadas e a intensificação da cooperação entre as forças de segurança. A análise de risco e o monitoramento constante das principais rotas do tráfico de drogas também contribuíram para o sucesso das operações.
O Paraná e o Mato Grosso do Sul lideram o ranking nacional de apreensões de maconha, enquanto Goiás e a Bahia se destacam na apreensão de anfetaminas.
Imagens do gráfico ilustrativo da apreensão de Anfetaminas| Foto: Reprodução / PRF
O combate ao tráfico de drogas é fundamental para a segurança pública e a saúde da população. A PRF reforça seu compromisso em continuar atuando rigorosamente para coibir esse tipo de crime e proteger a sociedade.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.