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instituto reuters
Um estudo divulgado pelo Instituto Reuters nesta semana aponta que 61% dos brasileiros confiam no jornalismo local, isto é, conteúdo de veículos a nível estadual ou municipal. O levantamento também mostra que 17% não confia na produção jornalística nessa categoria e outros 23% se mantiveram neutros.
Além do nível de confiança, o relatório mede como as pessoas acessam notícias online. No Brasil, 82% dos entrevistados afirmam que se informam pelo celular, 51% através do computador e outros 30% usam tablets para ler notícias.
Os números representam um crescimento de 7% no consumo pelo celular em dois anos, já que em 2022 o percentual chegava a 75%.
Na contramão, a TV segue em declínio como fonte de notícias escolhida pela população, apesar de ainda abocanhar boa parte de verbas de publicidade. Já a mídia impressa, que viveu uma queda acentuada desde 2015, passa por um período de estabilização nos últimos anos.
No levantamento divulgado agora, a principal fonte de notícias é online, incluindo redes sociais, com 74%. TV aparece com 50% e a mídia impressa 11%.
O levantamento da Reuters mede, ainda, as principais plataformas usadas para o consumo de notícias. Integram o top 3 WhatsApp (38%), YouTube (38%) e Instagram (36%).
De forma geral, o nível de confiança da população brasileira com as notícias é de 43%, depois de uma queda significativa nos últimos dois anos. Ainda assim, o Brasil ocupa a primeira posição do ranking em termos de confiança entre todos os países da América Latina.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.