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Quem tentou escutar um pouco de música na manhã desta quarta-feira (16), pela plataforma Spotify, ficou frustrado. O aplicativo registrou instabilidade no Brasil e em outros locais como Argentina, Canadá, Espanha, França e Estados Unidos.
Segundo o site Downdetector, que monitora falhas em serviços online, registrou mais de 4 mil queixas no Brasil a partir das 10h e as reclamações duraram até às 11h.
Sobre o problema, o aplicativo desmentiu a informação sobre suposta invasão de segurança. Com a instabilidade, usuários do Spotify acionaram o X, antigo Twitter, para reclamar sobre a situação.
“Spotify cair do nada no meio da manhã é quase uma ameaça de morte pra mim”, escreveu um internauta. “Tendo que ouvir música no Youtube tal como as antigas civilizações porque o Spotify caiu”, comentou outro.
Para aqueles que preferem a plataforma para escutar músicas e podcasts, o serviço retornou ao normal nesta tarde.
O Whatsapp, apresentou instabilidade a partir das 17h desta quarta-feira (19), deixando usuários sem acesso ao app. Segundo o Downdetector, plataforma que monitora o funcionamento de serviços online, o Whatsapp registrou 4.343 notificações de “problemas” com o aplicativo até às 17h05 desta quarta.
De acordo com usuários, a instabilidade tem afetado todos os dispositivos, incluindo o aplicativo em computadores e celulares. O Whatsapp Business também tem apresentado problemas no envio e recepção de mensagens.
Até o momento, o Facebook e o Instagram não apresentaram instabilidade.
O novo secretário especial de Cultura, Mario Frias, demitiu auxiliares admitidos pela ex-titular da pasta, a atriz Regina Duarte. Nesta quinta-feira (2), o Diário Oficial da União (DOU) trouxe a exoneração de Heber Moura Trigueiro, da secretaria nacional do audiovisual, e de Caio Fagundes Kitade, da secretaria nacional de desenvolvimento cultural. Ex-galã de Malhação, Frias tomou posse no final de junho.
Desde que Bolsonaro chegou ao governo, em janeiro de 2019, a área cultural passa por uma série de turbulências, dentre elas acusações de censura, demissões, flertes com o nazismo e entrevistas polêmicas como a de Regina Duarte à CNN Brasil.
Mario Frias chegou ao cargo de secretário da Cultura após uma passagem rápida de Regina. Conforme publicou a Folha, ele já havia sido cotado para comandar a pasta em janeiro, logo após a saída de Roberto Alvim, exonerado após fazer uma paródia de um ministro da Alemanha nazista.
Os dois nomes exonerados nesta quinta foram indicados para os postos por Regina Duarte. Trigueiro havia sido efetivado no cargo em abril deste ano. Já Kitade havia sido nomeado em março.
Frias fez ainda outras alterações no órgão, publicadas no Diário Oficial da União. Ele designou Pedro Godoy Horta como substituto eventual da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura. Também apontou Andrea Abrão Paes Leme como substituta eventual do posto de secretário adjunto. Outra mudança foi a exoneração de Odecir Luiz Prata da Costa do cargo de diretor do Departamento de Fomento Indireto, da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura.
O DOU traz ainda a demissão de Neuran Pereira da Silva da direção do Departamento de Fomento Direto e do programa de cultura do trabalhador, da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura.
Simone Antonia Colen foi demitida do posto de chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Cultural; e Kleber Rocha Queiroz foi exonerado da Coordenadoria-geral de Análise e Desenvolvimento de Projetos, do Departamento de Desenvolvimento, Análise, Gestão e Monitoramento, da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Cultural.
Entre as designações, estão a de Aldo Luiz Valentim como substituto eventual da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Cultural; e a de Sérgio Fernandes Ferreira para substituto eventual da Secretaria Nacional de Economia Criativa e Diversidade Cultural.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.