Artigos
Entre a Águia e a Geni: quem sustenta a pedra?
Multimídia
Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
infra sa
O presidente da Infra S.A, Jorge Bastos, atualizou na manhã desta sexta-feira (29) o andamento das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Ao Bahia Notícias, ele informou que a Fiol 2 - Caetité/Correntina - está com 71% das intervenções concluídas.
A declaração foi dada durante o seminário "Ferrovias e o Desenvolvimento da Bahia". O encontro faz parte da programação da INDEX 2025, realizada no Centro de Convenções de Salvador.
"71% da FIOL 2 está concluído, falta 29%. Representa em torno de 80 e 90 quilômetros. Tem Barreiras, tem vários trechos em execução, vários lotes. Tinha muito trecho com impeditivo, com caverna, esse problema de Ceraíma, problema de quilombola. No ano passado estava parado, não fez nada", disse.
Outro ponto mencionado por Bastos é que há negociações para rever o contrato com a empresa Bamin, no trecho que compreende a Fiol 1. Nesse caso, ele não descarta um cenário semelhante ao que foi visto com a saída da ViaBahia: encerramento de contrato com uma nova licitação para gerir o trecho.
"A Fiol 1 a gente está em negociação com a Bamin porque ela está com as obras atrasadas, está em negociação para rever o contrato e pode acontecer o que aconteceu com a ViaBahia, ela sair e a gente fazer uma nova licitação. Se ela não tiver a condição de cumprir o contrato que está estabelecido, a solução vai ser ela sair do contrato como aconteceu com a ViaBahia. Não podemos esperar mais", sinalizou.
Ainda durante a entrevista, Jorge Bastos revelou que a Fiol 3 não tem mais o Tocantins como destino final e deve passar pelo estado de Goiás.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.