Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
indigena baleado
Uma liderança indígena da etnia Pataxó foi baleada na tarde desta quarta-feira (1°), na Aldeia Kaí, localizada no distrito de Cumuruxatiba, zona rural de Prado, no Extremo Sul. Segundo a Polícia Civil, o ataque ocorreu após manifestantes se reunirem na Fazenda Paraíso e, em seguida, se deslocarem até a Fazenda Pero Vaz, onde foram alvo de disparos de arma de fogo.
A vítima foi atingida no ombro. Um jovem indígena também ficou ferido com estilhaços na testa. De acordo com relatos dos indígenas, os atiradores fugiram em direção a uma área de mata a bordo de dois carros.
Até o início da tarde desta quinta-feira (2), nenhum suspeito tinha sido localizado. As duas vítimas foram socorridas por familiares e, no caminho para a sede do município, receberam atendimento de uma equipe do Samu, que as levou para a UPA de Prado.
Depois, os dois foram transferidos para o Hospital Estadual Costa das Baleias, em Teixeira de Freitas, também no Extremo Sul. Eles receberam alta médica durante a madrugada desta quinta. A autoria e a motivação do crime seguem em apuração por meio de diligências investigativas e oitivas realizadas pela delegacia de Prado.
Um grupo de moradores de Santa Cruz Cabrália, na Costa do Descobrimento, protestou após um indígena, de 16 anos, ser baleado em uma ação da Polícia Militar (PM-BA). A festa ocorria na localidade de Carajá, na noite do último sábado (7). Um vereador do município chegou a fazer um vídeo, acusando a PM de chegar atirando enquanto ocorria uma festa destinada ao público infantil.
????DENÚNCIA: Uma criança Pataxó morreu atingida por 5 tiros disparados pela PM-BA.
— Fabrício Titiah ???? (@fabriciotitiah) October 8, 2023
Governador @Jeronimoba13 , defender os povos indígenas não é só colocar o cocar na cabeça não, se faz com ações efetivas de proteção.
A Polícia Militar da Bahia segue matando o nosso povo! pic.twitter.com/C2xIlrtXuM
“Infelizmente a festa foi encerada pelo despreparo e desrespeito da Polícia Militar do Estado da Bahia. Iremos aonde for necessário para a Polícia da Bahia apreenda a respeitar as pessoas de bem”, diz trecho do vídeo.
Vereador protesta após ação da PM que baleou indígena de 16 anos durante festa infantil na Bahia
— BN Municípios (@BNMunicipios) October 9, 2023
Vídeo: Radar News pic.twitter.com/26uFOO9vXR
Ainda segundo informações, o indígena foi atingido por estilhaços. Depois de ser levado para uma unidade, ele foi liberado. O grupo também relatou que o jovem não tinha envolvimento com tráfico, como chegou a ser especulado. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil local.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.