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indiciada
Uma mulher de 26 anos foi presa pela Polícia Civil na tarde desta quinta-feira (7), em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. Ela é indiciada pelo envolvimento na morte de seu ex-companheiro, crime ocorrido em março de 2022, na cidade de Macarani. A suspeita foi localizada em um shopping center da cidade após investigações policiais. Ela já era considerada foragida pela Justiça brasileira desde dezembro de 2025, quando o mandado de prisão foi expedido e ela fugiu imediatamente.
De acordo com o coordenador da 10ª Coorpin, delegado Neuberto Costa, o homicídio foi motivado por uma disputa judicial pela guarda da filha do casal, que na época tinha um ano e meio. “No dia anterior à sua morte, a vítima tinha ganhado na Justiça o direito à guarda compartilhada da criança e se preparava para buscá-la pela primeira vez. Porém, foi morto horas antes, ainda na madrugada, quando retornava do trabalho”, explica o delegado.
Na ocasião do crime, a vítima foi vítima de uma emboscada ao chegar em sua residência. O autor dos disparos foi identificado como o atual companheiro da mulher presa nesta quinta. Ambos foram denunciados pelo Ministério Público pelo envolvimento direto no assassinato.
Enquanto o atirador teve a prisão decretada logo após o crime, a mulher só teve a ordem judicial emitida no final do ano passado. Após ser capturada no shopping, ela foi conduzida à unidade policial para a adoção das medidas cabíveis e permanece custodiada, à disposição do Poder Judiciário.
A prisão foi efetuada por equipes da 10.ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) e do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Sudoeste).
A criadora de conteúdo adulto Andressa Urach utilizou suas redes sociais, para se pronunciar pela primeira vez após ser indiciada por apologia de zoofilia e maus-tratos aos animais pela Polícia Civil de São Paulo. A ação foi iniciada após ofício enviado ao Ministério Público pelos deputados federais Bruno Lima (PP-SP), Matheus Laiola (União-PR), Fred Costa (PRD-MG) e Marcelo Queiroz (PP-RJ).
“Que eu sou doidinha e que amo Jesus declaradamente todo mundo sabe. Por amor a Jesus, já fui internada até em hospital psiquiátrico”, começou a influenciadora. “Agora, veio um processo de uns deputados que querem me colocar na cadeia por causa de algo que falei há muito tempo atrás no meu livro. Não tenho orgulho do que aconteceu, sou uma cidadã e mereço respeito porque tenho liberdade de expressão”, prosseguiu.
Segundo Urach, o caso ocorreu quando ela passou a noite na casa de uma vizinha da mesma idade. Na ocasião, a vizinha pegou um dos cachorros que viviam na casa e colocou para lamber a genitália de Andressa. “Querem me calar por passar uma informação de algo que fui vítima aos 11 anos de idade, algo que pode acontecer com muitas crianças quando o pai deixa o filho ir à casa do vizinho”, explicou.
Em entrevista ao canal ‘Téte a Theo’, do Youtube, onde Urach compartilhou a experiência, a modelo afirmou que a situação virou um hábito. “Eu comprei um cachorro para isso”, afirmou na entrevista.
No documento, os documentos declararam que Urach “pode estar promovendo apologia da prática criminosa, incitando outros a cometerem atos semelhantes”. O crime de maus-tratos de animais é descrito no artigo 32 da Lei 9.605, de 1998, com pena de três meses a um ano de detenção e multa.
Indiciada por homicídio culposo e porte ilegal de arma de fogo, a sogra de Hyara Flor Santos Alves comprou a arma que vitimou a nora porque outro filho teria sofrido um sequestro e queria se proteger. A informação foi divulgada em coletiva de imprensa da Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (11) pelos delegados, Paulo Henrique de Oliveira, coordenador da 23ª Coorpin/Eunápolis; e Robson Domingos, titular da delegacia de Guaratinga.
A arma tinha sido adquirida em Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano. Ainda nesta sexta-feira, a Polícia Civil divulgou a conclusão do inquérito que apura a morte da jovem, ocorrida no dia 6 de julho em Guaratinga, na Costa do Descobrimento, região de Porto Seguro.
Um tio da vítima também foi indiciado no caso por ter disparado contra a residência do casal de adolescentes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.