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O deputado estadual Roberto Carlos (PV) afirmou que a indicação de Luciano Araújo (Solidariedade), ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), seria inconstitucional e que não poderia ser efetuada. O posicionamento de Roberto Carlos ocorreu durante entrevista à rádio Antena 1 Salvador, na manhã desta terça-feira (16), no programa Bahia Notícias no Ar.
Segundo o parlamentar, a indicação de companheiro de Casa não deveria acontecer, já que o nome a ser indicado para vaga deveria ser feito pelo governador Jerônimo Rodrigues e não por deputados da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
“O pleito dele é inconstitucional, pois o governador que tem que indicar e não a Assembleia Legislativa. A oposição pegou isso, assinou o documento para que o deputado pudesse colocar o nome dele. A presidente já deixou bem claro que, se for constitucional, ela vai colocar o nome de Luciano para apreciação, primeiro na Comissão de Constituição e Justiça, uma sabatina, e depois levar para o plenário. Eu acho legítimo, só que o questionamento é a legalidade da coisa. É da Assembleia Legislativa [a indicação]? Se for, Luciano está corretíssimo. Se não for de legitimidade, é de livre e espontânea vontade do governador indicar o nome”, disse o parlamentar de Juazeiro.
Roberto Carlos negou ainda que exista tensão entre os deputados da base com Jerônimo Rodrigues, já que integrantes do grupo assinaram a indicação de Luciano Araújo para o TCE-BA.
“Temos uma relação muito boa com o governador. Acompanho os governos do PT desde o início do governo Wagner, que mudou o conceito da política da Bahia. Fui deputado de oposição. Sou mais velho do governo, de mandato, tenho mais tempo do que o governo do PT. Fui oposição na época do governador Paulo Souto”, observou.
O parlamentar fez também afagos ao governador Jerônimo Rodrigues e comentou da relação entre o Executivo e Legislativo baiano. Segundo Roberto Carlos, a assinatura de parlamentares governistas a favor de Luciano Araujo ocorreu em decorrência da relação política e de amizade dele com seus colegas de AL-BA.
“O que há na Assembleia Legislativa e o que eu acho que essa assinatura dos deputados assinados em prol do deputado Luciano é a relação política e a relação de amizade que nós temos na Assembleia Legislativa. Lá, realmente, o fator de relação política fala muito mais de que qualquer posição. Eu já assinei um documento que contrariou a vontade do governador. Não nesse documento em específico, mas em alguns momentos. Porque entendia naquele momento que o pleito que o deputado estava fazendo era legítimo e eu, com a relação política que eu tenho com o deputado, eu tinha que assinar aqui o documento”, explicou.
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"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.