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Artigos

Fatima Suarez
A dança como território de liberdade e transformação social
Foto: Ives Padilha/ Divulgação

A dança como território de liberdade e transformação social

Muitas vezes a dança é vista apenas como expressão artística, mas a verdade é que ela é, antes de tudo, um poderoso instrumento de transformação social.  O corpo que dança é um corpo que conquista sua própria voz. O movimento fortalece a disciplina, desenvolve a autoconfiança, cuida da saúde mental, promove a inclusão e resgata a cidadania em comunidades vulneráveis. 

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

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Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

imo insights

Pesquisa mostra que 46% dos brasileiros veem fim do ciclo de Neymar na Seleção
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

A Copa do Mundo de 2026 terminou e, para o Brasil, o debate já se deslocou para 2030. Depois da eliminação nas oitavas de final para a Noruega, pior campanha da Seleção desde 1990, o novo ciclo começa cercado de dúvidas sobre o futuro da equipe, da CBF e também de Neymar.

 

A última rodada do estudo Eu Vi o Brasil - O país do futebol?, realizado semanalmente pela agência de pesquisas de mercado IMO Insights, indica que parte relevante do torcedor brasileiro já enxerga o fim da passagem de Neymar pela Seleção. Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados consideram encerrado o ciclo do atacante com a camisa amarelinha.

 

O número, no entanto, não representa uma maioria absoluta. Outros 36% defendem que Neymar ainda merece seguir na Seleção Brasileira, enquanto 18% não concordam nem discordam sobre a permanência do jogador no próximo ciclo.

 

A discussão passa também pela idade. Neymar tem 34 anos e chegará à Copa de 2030 com 38, mesma faixa etária em que Lionel Messi disputou o Mundial de 2026 pela Argentina. Ainda assim, os dados indicam que o debate deixou de ser apenas físico ou técnico e passou a envolver também a percepção do torcedor sobre renovação.

 

Segundo a pesquisa, 67% dos entrevistados concordam que a saída de Neymar abriria espaço para uma renovação da Seleção pensando em 2030. Apenas 14% discordam, enquanto 18% não têm opinião definida.

 

A diretora de Operações da IMO, Simona Karen Miranda, afirmou que os números mostram perda de força da imagem do jogador entre os brasileiros. De acordo com ela, Neymar perdeu seis pontos percentuais como jogador preferido em relação ao levantamento anterior à Copa, aumentou três pontos como atleta de quem os torcedores menos gostam e caiu cinco pontos como nome que melhor representa o espírito da Seleção.

 

"Os números sugerem que a discussão em torno de Neymar deixou de ser apenas técnica e passou a refletir um desejo de mudança de ciclo por parte de uma parcela significativa dos brasileiros. Não indica apenas uma perda de popularidade do jogador, mas também uma maior disposição do torcedor para enxergar o futuro da Seleção sem ele", avaliou Simona.

 

Neymar teve uma participação limitada na Copa do Mundo de 2026. O atacante conviveu com uma lesão grau dois na panturrilha direita durante a preparação e disputou apenas 55 minutos no torneio. Ele entrou por 15 minutos diante da Escócia, na fase de grupos, e atuou cerca de 40 minutos na derrota para a Noruega, quando marcou o gol brasileiro em cobrança de pênalti.

 

Fora da Seleção, o futuro profissional do camisa 10 também é acompanhado com cautela. Neymar tem contrato com o Santos até o fim de 2026 e se reapresentou ao clube na última sexta-feira (17), após período de descanso nos Estados Unidos.

 

Caso a trajetória pela Seleção tenha chegado ao fim, Neymar deixa números históricos. Pela contagem da Fifa, o atacante é o maior artilheiro da história do Brasil, à frente de Pelé. Também conquistou pela Seleção principal a Copa das Confederações de 2013 e, com a equipe olímpica, foi medalhista de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

 

A cobrança do torcedor, porém, não se limita a Neymar. O estudo também aponta pressão sobre a Confederação Brasileira de Futebol. Para 86% dos entrevistados, a CBF precisa passar por mudanças profundas para que o Brasil volte a ser uma potência no futebol mundial.

 

Além disso, 72% concordam que problemas de gestão contribuíram para a eliminação precoce da Seleção. O ciclo entre 2022 e 2026 foi marcado por instabilidade política na entidade e por quatro mudanças de treinador, do interino Ramon Menezes a Carlo Ancelotti, passando por Fernando Diniz e Dorival Júnior.

 

Mesmo assim, a responsabilidade pela queda nas oitavas foi dividida pelo público. Apenas 14% apontaram a CBF como principal culpada pela eliminação. O desempenho dos jogadores apareceu à frente, com 30%, seguido pelas decisões de Ancelotti, com 20%, e pela convocação, com 19%. Só 6% avaliaram que a Noruega simplesmente foi melhor.

 

Para Simona, os dados mostram que o torcedor reconhece a perda de protagonismo do futebol brasileiro, mas ainda resiste a interpretar a eliminação como reflexo de um problema definitivo de talento.

 

"Em outras palavras, embora 70% reconheçam que o Brasil perdeu protagonismo no cenário mundial, ainda prevalece a percepção de que o problema está na forma como esta Seleção jogou esta Copa e não em uma perda definitiva da capacidade do país de revelar talentos ou voltar a disputar títulos", finalizou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Fico me perguntando onde o povo tá ganhando voto no shopping, ou em corrida de rua. Porque ir pro interior atravessando os buracos da BR ou pegando fila no ferry ninguém quer. Aí depois é culpa do mundo. Mas pior mesmo é Tente Outra Vez, que gasta sola de sapato e ainda leva bola nas costas da própria equipe. Enquanto isso, AlôPrates busca convites pra caruru. Alguém se habilita? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ricardo Alban

Ricardo Alban
Foto: Gabriel Pinheiro / CNI

"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro". 


Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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