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imaculada conceicao
A tarde desta segunda-feira (8) foi marcada por devoção e fé em Jacobina, no Piemonte da Diamantina, durante a tradicional procissão de Nossa Senhora Imaculada Conceição, uma das celebrações religiosas mais importantes do município.
Segundo o Augusto Urgente, parceiro do Bahia Notícias, centenas de fiéis acompanharam o cortejo pelas ruas e avenidas da cidade. Vários carregavam velas, imagens e terços.
A caminhada, repleta de cânticos e orações, contou com o reforço da Filarmônica 2 de Janeiro, sob regência do maestro Celso Santos, executando cânticos sacros que emocionaram os participantes.
No comando da celebração, o padre José Vieira conduziu o andor com a imagem de Nossa Senhora, acompanhado por coroinhas que auxiliaram na organização litúrgica.
Durante o percurso, o grupo realizou paradas em frente à Igreja da Missão e à Igreja Matriz, onde foram feitos momentos especiais de oração e contemplação.
Depois do emblemático caso 2012, em Zaragoza, no qual uma senhora desfigurou a imagem de Jesus Cristo em uma igreja local, a Espanha tem um novo episódio de restauração desastrosa.
Segundo informações do site Europa Press, um colecionador de Valência pagou 1200 euros pelo serviço e se surpreendeu com o resultado mal feito em uma pintura do artista barroco Bartolomé Esteban Murillo.
O trabalho previa a limpeza do quadro, mas o restaurador de móveis contratado para realizar a “restauração” deixou a obra da Imaculada Conceição irreconhecível. Nem mesmo outras duas tentativas de desfazer o estrago foram capazes de consertar o mal feito.
Casos como esse levantam o debate sobre a necessidade de uma legislação a este respeito, pois hoje não existem leis que proíbam as restaurações por pessoas que não tenham expertise. "Essa falta de regulamentação se traduz na falta de proteção de nossa herança", defendeu a Associação Profissional de Restauradores e Conservadores do país (Acre), por meio de nota.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.