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igor bolt
O atacante Igor Bolt, do Náutico, denunciou ter sido vítima de racismo durante a vitória do time pernambucano sobre o Brusque por 1 a 0, na noite do último domingo (7), pela Série C do Campeonato Brasileiro. O jogador relatou às autoridades que foi chamado de "macaco", no estádio Augusto Bauer, por um torcedor do clube catarinense no segundo tempo da partida.
Bolt registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia instalada no local. Em nota, o Náutico afirmou que o agressor foi identificado e entregue às autoridades ainda no estádio. O clube também prestou solidariedade ao atleta e prometeu dar todo suporte necessário.
"É inaceitável tamanho ato de racismo. Nenhum esforço será poupado para que o racista seja responsabilizado e responda pelos seus atos", destacou o comunicado. Leia na íntegra abaixo:
O Clube Náutico Capibaribe vem a público se solidarizar com o atleta Igor Bolt, que sofreu um ataque racista durante a partida contra o Brusque, no estádio Augusto Bauer, em Santa Catarina.
— Náutico (@nauticope) September 8, 2025
O clube informa que o agressor foi identificado e entregue às autoridades. Bolt se… pic.twitter.com/eawg2iHVHD
A Polícia Civil de Santa Catarina ainda não se pronunciou sobre o caso. O Brusque, time adversário, também não se posicionou até a última atualização desta matéria.
Dentro de campo, o Timbu assumiu a liderança do grupo no quadrangular de acesso à Série B, ao lado da Ponte Preta, que também venceu o Guarani por 1 a 0, no sábado (6). Na próxima rodada, o Alvirrubro enfrenta o Guarani, nos Aflitos.
Revelado no Resende, do Rio de Janeiro, o Igor Bolt, de 24 anos, soma passagens por São Bento, Grêmio Prudente, Volta Redonda, Amazonas, Vila Nova, XV de Piracicaba e Vila Nova. Com cinco jogos somados no Náutico, tem apenas um gol marcado nesta temporada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.