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Imagens registraram momentos de pânico no Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riad, capital da Arábia Saudita, neste sábado (19). O episódio ocorreu após uma série de ataques atribuídos aos Houthis, grupo armado do Iêmen.
Ataque de grupo extremista provoca pânico em aeroporto na Arábia Saudita pic.twitter.com/i63E056kpg
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 20, 2026
Segundo a Reuters, um bombardeio teria atingido o depósito de combustível do aeroporto, provocando uma grande coluna de fumaça negra na região.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita informou que um míssil balístico lançado contra Riad foi interceptado. Segundo as autoridades, também houve tentativas de atingir infraestrutura civil em Yanbu, no Mar Vermelho, além de Taif, Baysh e Farasan.
Os Houthis reivindicaram os ataques e afirmaram ter atingido locais que classificaram como "sensíveis" em Riad. O grupo também declarou que continuará tendo como alvo instalações militares sauditas.
Durante a madrugada, sirenes de alerta aéreo foram acionadas na capital saudita, seguidas por fortes explosões. De acordo com a AFP, duas novas explosões foram ouvidas posteriormente, e o alerta foi suspenso cerca de 30 minutos depois.
A escalada ocorre desde 20 de julho, quando os Houthis anunciaram um bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita no Mar Vermelho. A situação aumentou as preocupações sobre possíveis impactos no Estreito de Bab el-Mandeb, uma importante rota para o transporte de petróleo.
Nos últimos dias, também foram registrados episódios envolvendo aeronaves e drones. Na quarta-feira (16), os Houthis afirmaram ter abatido um caça F-15 saudita no Iêmen, enquanto a Arábia Saudita informou, na terça-feira (15), ter interceptado um drone que seguia em direção a Meca. Os Houthis negaram responsabilidade pelo lançamento do drone.
Uma célula no Iêmen usou o Claude, inteligência artificial criada pela Anthropic, para tentar desenvolver armas teleguiadas, informou a empresa americana nesta quinta-feira (11), enquanto os rebeldes houthis lançam uma grande ofensiva no país.
A Anthropic não revelou a identidade da célula. O grupo é provavelmente ligado aos houthis, insurgentes apoiados pelo Irã que controlam grande parte do norte do Iêmen, incluindo a capital, Sanaa.
"Identificamos uma célula maliciosa baseada no norte do Iêmen que estava conduzindo três programas de desenvolvimento de armas", disse a empresa em um relatório que detalhou como interrompeu operações ilegais originárias de diversos países.
Os projetos incluíam um foguete guiado com uma calculadora de voo semelhante à de um smartphone e sistema de orientação automática, um míssil balístico com alcance superior a 2.000 km e um projétil equipado com um "planador hipersônico", segundo o relatório.
Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) escapou de um bombardeio de Israel ao Aeroporto Internacional de Sanaa, capital do Iêmen, nesta quinta-feira (26). Segundo o governo iemenita, duas pessoas morreram e onze ficaram feridas no ataque.
O caso foi confirmado pelo próprio Adhanom, que afirmou que o bombardeio ocorreu a poucos metros do saguão em que estava, poucos instantes antes do horário previsto para o embarque. O diretor estava no país para uma missão da organização e estava embarcando para Genebra, na Suíça, lar da sede da instituição.
“Um dos tripulantes do nosso avião ficou ferido”, informou o diretor. “A torre de controle de tráfego aéreo, a sala de embarque – a poucos metros de onde estávamos – e a pista, foram danificadas”, continuou. Ainda segundo o diretor-geral, nem ele, nem ninguém de sua delegação se feriu durante o ataque.
CONFLITO NA REGIÃO
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque foi direcionado a alvos Houthis que estavam no aeroporto. Israel também atacou portos da capital iemenita e uma estação de energia da cidade.
O grupo terrorista dos Houthis, financiado pelo Irã, foi fundado e atual no Iêmen. Dese o começo da guerra em Gaza, os Houthis têm lançado mísseis em direção a Israel, em especial no sul do país, em apoio ao Hamas.
O líder dos rebeldes huthis do Iêmen, Abdel Malek al Huthi, ameaçou, nesta quinta-feira (11), responder a qualquer ataque dos Estados Unidos no Mar Vermelho.
Desde o início da guerra na Faixa de Gaza entre Israel e o movimento islamista Hamas em 7 de outubro, os rebeldes huthis têm realizado múltiplos ataques contra embarcações comerciais que consideram vinculadas a Israel, em nome da solidariedade ao povo do território palestino. As informações são do O Globo.
Para proteger o tráfego marítimo nesta região estratégica, por onde transita 12% do comércio mundial, os Estados Unidos, principal aliado de Israel, criaram uma coalizão internacional em dezembro.
"Nenhum ataque americano ficará sem resposta. E não será como a operação realizada recentemente com mais de 24 drones e vários mísseis, mas mais importante", disse Al Huthi em um discurso exibido pela emissora Al Masirah.
As forças americanas e britânicas derrubaram 18 drones e três mísseis huthis na terça-feira.
Os rebeldes, próximos do Irã, assumiram responsabilidade pela operação, em resposta, segundo eles, a outra operação dos Estados Unidos em 31 de dezembro.
Nesse dia, respondendo a um pedido de ajuda de uma embarcação comercial, helicópteros da Marinha americana afundaram três barcos rebeldes, matando dez tripulantes.
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"É preciso batalhar".
Disse o cantor e compositor Gilberto Gil ao compartilhar registro nas redes sociais onde faz uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a democracia às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.