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Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) escapou de um bombardeio de Israel ao Aeroporto Internacional de Sanaa, capital do Iêmen, nesta quinta-feira (26). Segundo o governo iemenita, duas pessoas morreram e onze ficaram feridas no ataque.
O caso foi confirmado pelo próprio Adhanom, que afirmou que o bombardeio ocorreu a poucos metros do saguão em que estava, poucos instantes antes do horário previsto para o embarque. O diretor estava no país para uma missão da organização e estava embarcando para Genebra, na Suíça, lar da sede da instituição.
“Um dos tripulantes do nosso avião ficou ferido”, informou o diretor. “A torre de controle de tráfego aéreo, a sala de embarque – a poucos metros de onde estávamos – e a pista, foram danificadas”, continuou. Ainda segundo o diretor-geral, nem ele, nem ninguém de sua delegação se feriu durante o ataque.
CONFLITO NA REGIÃO
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque foi direcionado a alvos Houthis que estavam no aeroporto. Israel também atacou portos da capital iemenita e uma estação de energia da cidade.
O grupo terrorista dos Houthis, financiado pelo Irã, foi fundado e atual no Iêmen. Dese o começo da guerra em Gaza, os Houthis têm lançado mísseis em direção a Israel, em especial no sul do país, em apoio ao Hamas.
O líder dos rebeldes huthis do Iêmen, Abdel Malek al Huthi, ameaçou, nesta quinta-feira (11), responder a qualquer ataque dos Estados Unidos no Mar Vermelho.
Desde o início da guerra na Faixa de Gaza entre Israel e o movimento islamista Hamas em 7 de outubro, os rebeldes huthis têm realizado múltiplos ataques contra embarcações comerciais que consideram vinculadas a Israel, em nome da solidariedade ao povo do território palestino. As informações são do O Globo.
Para proteger o tráfego marítimo nesta região estratégica, por onde transita 12% do comércio mundial, os Estados Unidos, principal aliado de Israel, criaram uma coalizão internacional em dezembro.
"Nenhum ataque americano ficará sem resposta. E não será como a operação realizada recentemente com mais de 24 drones e vários mísseis, mas mais importante", disse Al Huthi em um discurso exibido pela emissora Al Masirah.
As forças americanas e britânicas derrubaram 18 drones e três mísseis huthis na terça-feira.
Os rebeldes, próximos do Irã, assumiram responsabilidade pela operação, em resposta, segundo eles, a outra operação dos Estados Unidos em 31 de dezembro.
Nesse dia, respondendo a um pedido de ajuda de uma embarcação comercial, helicópteros da Marinha americana afundaram três barcos rebeldes, matando dez tripulantes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.