Artigos
Economia do Mar: o Brasil pode se tornar uma potência náutica?
Multimídia
Vereador Randerson Leal fala sobre autoria do projeto da faixa azul na Bonocô: “Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai”
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
icloud
A Justiça dos Estados Unidos arquivou uma ação coletiva que acusava a Apple de permitir o armazenamento e o compartilhamento de material de abuso sexual infantil no iCloud. A decisão, proferida na segunda-feira (13), concluiu que a legislação americana não obriga empresas de tecnologia a detectar ou denunciar esse tipo de conteúdo.
O processo havia sido apresentado, em dezembro de 2024, por duas mulheres que alegavam que a companhia deixou de implementar mecanismos de proteção contra esse material, mesmo após anunciar medidas voltadas à segurança infantil. A ação também buscava mudanças nas políticas da empresa e uma indenização superior a US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 6,1 bilhões).
Na sentença, a juíza Noël Wise afirmou que eventuais exigências para que plataformas identifiquem esse tipo de arquivo dependem de mudanças na legislação, e não do Judiciário. Segundo ela, cabe ao Congresso estabelecer regras que obriguem empresas a adotar esse tipo de monitoramento.
O caso poderia beneficiar cerca de 2.680 vítimas e reacendeu o debate sobre o papel das empresas de tecnologia na prevenção da exploração sexual infantil. Segundo a Folha de São Paulo, empresa não comentou a decisão. Já a defesa das autoras informou que avalia recorrer.
Paul Feig, diretor de "Caça-Fantasmas", mais recente filme estrelado pela atriz, rechaçou a atitude dos hackers no Twitter. "O que aconteceu com Leslie é absolutamente revoltando. Haters, trolls, 'comediantes', qualquer porra que vocês sejam, vocês são apenas tristes", lamentou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Kiki Bispo
"A gente pede que a oposição tenha responsabilidade com os fatos, até porque me causa estranheza a questão da competência. A Câmara não tem competência para acompanhar um fato desse episódio".
Disse o vereador e líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Kiki Bispo (União), disse não ter “clima” para a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara Municipal de Salvador (CMS) após ações do Ministério Público contra o vereador George Gordinho da Favela (PP).