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A brasileira Samara Siqueira foi anunciada, na última terça-feira (26), como uma das integrantes do novo grupo pop feminino gerenciado pela empresa HYBE, mesma responsável por sucessos como o BTS e a KATSEYE.
O novo projeto da empresa recebeu o nome de “PRELUDE: The Final Piece” e até o momento só possui dois membros revelados: Samara e Emily Kelavos, norte-americana no Texas.
Ambas participaram do reality show Dream Academy, um programa de competição de talentos criado pelas empresas Hybe e Geffen Records. Do reality saíram 6 participantes vencedoras: Sophia Lafortaleza, Lara Raj, Yoonchae, Daniela Avanzini, Megan Skiendie e Manon Bannerman, que foram a girlband KATSEYE.
Samara foi uma das finalistas do Dream Academy e quase fez parte do grupo global. A carioca de 17 anos foi descoberta ela empresa através de covers publicados em suas redes sociais.
CONTROVÉRSIA
Durante sua participação no reality, a brasileira foi alvo de rumores e acusações de racismo, de ser apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro e pró-Israel. A comunidade de fãs do Dream Academy internacionais chegaram a atacar a brasileira por curtidas que Samara teria deixado em vídeos polêmicos no TikTok.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.