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hunter biden
O filho do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Hunter Biden, foi acusado criminalmente, nesta quinta-feira (14), em um caso de posse ilegal de arma de fogo. O processo foi levado à Justiça dos EUA pelo promotor David Weiss.
Antes da apresentação da denúncia, houve uma tentativa de fechar um acordo judicial, mas essa negociação não deu certo, de acordo com informações do G1.
Joe Biden, de 80 anos, é candidato à reeleição e deve enfrentar seu antecessor no cargo de presidente, Donald Trump, de 77 anos, que enfrenta quatro julgamentos criminais.
Weiss foi promovido a Procurador Especial em agosto, após investigar os negócios de Hunter Biden por anos como procurador dos EUA no estado natal do presidente democrata, Delaware. Weiss foi originalmente nomeado por Trump.
O filho mais jovem de Biden tem sido alvo de ataques por parte de Trump e seus aliados republicanos, que o acusaram de irregularidades relacionadas à Ucrânia e à China, entre outros assuntos.
Hunter trabalhou como lobista, advogado, banqueiro de investimentos e artista. Ele já teve problemas com uso de drogas.
Quando Hunter foi comprar uma arma, ele precisou preencher um formulário e, nesse documento, afirmou que ele não fazia uso de drogas, o que não era verdade.
INVESTIGAÇÕES NO CONGRESSO
Deputados dos EUA têm investigado Hunter há meses. Uma parte da oposição quer o impeachment de Biden por causa dos negócios do filho dele, apesar de não terem apresentado evidências de que o presidente tenha se beneficiado do trabalho de Hunter como lobista.
O próprio Hunter Biden contou, em dezembro de 2020, que o Ministério Público estava investigando suas contas e seus pagamentos de impostos. Ele negou irregularidades.
Hunter Biden nunca ocupou um cargo no governo dos EUA ou na campanha eleitoral do pai. O presidente afirmou que nunca discutiu negócios estrangeiros com seu filho e que seu Departamento de Justiça teria independência em qualquer investigação envolvendo um membro de sua família.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.