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Desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho na Bahia (TRT), Humberto Machado e Luiz Roberto Mattos se aposentaram oficialmente, após mais de três décadas de atuação na magistratura.
As aposentadorias foram publicadas no Diário Oficial da União de terça-feira (28), com efeitos a partir desta quarta-feira (29).
Humberto Machado nasceu em Itabuna, na Bahia, e graduou-se em Direito pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal), em 1982. Foi nomeado juiz do Trabalho substituto da 5ª Região em 1988. Em 1991, foi promovido ao cargo de juiz do trabalho titular, atendendo ao critério de merecimento, como presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de Itamaraju, sendo removido, sempre a pedido, para as Varas de Alagoinhas, Jequié, Santo Amaro, 3ª de Camaçari, 10ª de Salvador e, finalmente, Cruz das Almas, onde ficou por mais de 15 anos. Em junho de 2010, ingressou na Segunda Instância do TRT-BA por antiguidade. Desde então, atuava na 3ª Turma e Sedi II.
Natural de Olinda, Pernambuco, Luiz Roberto Mattos graduou-se em Direito pela Ucsal, em 1985. Sua trajetória como magistrado teve início em março de 1989, após aprovação em concurso para o cargo de juiz do Trabalho substituto do TRT-BA. A partir de março de 1993, promovido por antiguidade, passou a ocupar o cargo de juiz titular e esteve à frente, sucessivamente, das seguintes Varas do Trabalho: 3ª de Itabuna, Vara de Santo Amaro, 8ª, 18ª e 37ª de Salvador. Em novembro de 2014, após promoção pelo critério de antiguidade, ingressou na Segunda Instância do TRT baiano.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.