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A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) negou que o Hospital Professor Eládio Lasserre (HPEL), localizado em Salvador, tenha cometido “negligência médica” durante o atendimento de uma criança de 4 anos que acabou falecendo na unidade de saúde. Os familiares da menina acusam o hospital de não realizar o atendimento adequado quando ela foi levada à unidade, no dia 30 de maio.
“Informamos que o HPEL realizou o devido acolhimento médico da paciente com adoção de condutas compatíveis ao seu quadro de saúde. Após avaliação médica, a paciente passou por todos os exames e prescrição médica necessária. Não procede a informação de que teria havido negligência médica”, disse a Sesab.
O CASO
Identificada como Isabela, a criança de 4 anos morreu no dia 1º de junho após ser diagnosticada com pneumonia. Os familiares relataram que a criança foi levada à unidade hospitalar no dia 30 de maio, mas que a médica, Jamile Brasileiro Borges, não realizou o atendimento adequado para a paciente que apresentava febre, vômito e enjôo.
Os familiares de Isabela afirmam que a criança foi vítima de negligência médica, pois a profissional teria dito que outras crianças estavam com o mesmo sintoma e diagnóstico de virose, e passou apenas dipirona para controlar a febre.
Contudo, após o atendimento no HPEL, os familiares relataram que a criança não apresentou melhora e teve que ser levada novamente ao hospital, onde foi diagnosticada com pneumonia. Mesmo com o tratamento, Isabela não resistiu e faleceu no dia 1º de junho às 23h.
“O caso de Isabela é mais um exemplo de como a negligência médica pode ter consequências graves e até mortais na vida das pessoas. Por isso, é fundamental que as autoridades de saúde estejam atentas à qualidade do atendimento prestado nos hospitais públicos e privados, a fim de garantir a segurança e bem-estar dos pacientes”, disse a denúncia dos familiares.
A criança foi sepultada no último sábado (3), no cemitério Bosque da Paz.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.