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hospital regional de irece
Um incêndio foi registrado na tarde desta quarta-feira (22) na área externa do Hospital Regional de Irecê, no Centro Norte da Bahia. Ninguém foi afetado. Funcionários da unidade perceberam a presença de fumaça, acompanhada de forte odor de queimado.
?? Incêndio atinge área externa do Hospital Regional de Irecê
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 23, 2026
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Ao se aproximarem para verificar a origem, identificaram focos de incêndio na casa de geradores do hospital, informou o Radar Irecê.
Diante da situação, a equipe iniciou uma ação imediata para conter as chamas. Parte dos colaboradores providenciou extintores de incêndio, enquanto outros atuaram diretamente no combate ao fogo, com o objetivo de evitar que as chamas se alastrassem para outras áreas da unidade.
O incêndio foi controlado após cerca de 40 minutos de atuação. Conforme informações preliminares, o fogo pode ter tido origem na parte elétrica da estrutura, mas as causas ainda serão apuradas.
O promotor Antônio Ferreira Leal Filho, do Ministério Público da Bahia (MP-BA), recomendou ao diretor do Hospital Regional de Irecê uma série de medidas para evitar casos de violência obstétrica na unidade. Segundo o promotor de Justiça, o MP-BA recebeu notícias de condutas passíveis de configuração de violência obstétrica na unidade.
No documento, enviado na última segunda-feira (14), o MP-BA recomendou também que a diretoria do hospital garanta atendimento humanizado às gestantes e parturientes atendidas no município, em conformidade com as Portarias do Ministério da Saúde nº 569/2000 e nº 1.067/05 e com a Resolução Anvisa RDC nº 36/2008.
Além disso, a recomendação diz que o governo municipal deve dar ampla publicidade dessa recomendação aos profissionais médicos e enfermeiros que trabalham nas dependências dos hospitais da cidade, divulgando também os textos da cartilha do departamento de medicina preventiva da Faculdade de Medicina da USP - ‘O que nós profissionais de saúde podemos fazer para promover os direitos humanos das mulheres na gravidez e no parto’ e do documento ‘Violência Obstétrica - Parirás com dor’, elaborado pela Rede Parto do Princípio para a CPMI da Violência Contra as Mulheres.
O MP-BA recomenda também que, sempre que tiver conhecimento de práticas de violência obstétrica no Hospital Regional de Irecê, o diretor instaure imediatamente os processos administrativos a fim de apurar os fatos denunciados, promovendo ampla instrução probatória a fim de coletar elementos aptos a delimitar a conduta irregular e identificar o seu eventual responsável.
Leal Filho encaminhou ainda a recomendação ao município de Irecê e à Secretaria de Saúde solicitando que, a título de campanha educativa e de esclarecimento da população, fixem cartazes com dizeres sobre violência obstétrica e direitos das gestantes, em locais de fácil e ampla visualização, incluindo os ambulatórios de atendimento obstétrico, os espaços destinados à espera, triagem, pré-parto e parto e os centros cirúrgicos onde se realizam procedimentos obstétricos. A administração municipal foi orientada ainda a divulgar nos espaços apropriados o número ou sítio eletrônico do canal de ouvidoria interno com o objetivo de coletar eventuais denúncias.
“Toda pessoa tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor, livre de qualquer discriminação, restrição ou negação, realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo, confortável e acessível a todos, garantindo-se sua integridade física, privacidade, conforto, individualidade, respeito aos seus valores éticos, culturais e religiosos, sua segurança e seu bem-estar psíquico e emocional”, afirmou.
Ele complementou que podem caracterizar casos de violência obstétrica ações que incidam sobre o corpo da mulher, que interfiram, causem dor ou dano físico, sem recomendação baseada em evidências científicas, tais como privação de alimentos, interdição à movimentação da mulher, tricotomia, manobra de Kristeller, uso rotineiro de ocitocina e cesariana eletiva sem indicação clínica, dentre outros.
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"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.