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O bebê de um ano e três meses que ingeriu haxixe, droga derivada da maconha, saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Salvador e foi transferido para a enfermaria pediátrica na segunda-feira (12).
Segundo informações do G1, a criança foi intoxicada na sexta (9) e transferida para o Hospital Obras Sociais Irmã Dulce no sábado (10). De acordo com o relatório médico, o pai e a madrasta, que cuidavam do bebê no dia do acidente, acreditavam que ele estava comendo biscoitos.
Após perceberem que a criança havia consumido a droga, eles deram leite ao menino, pois encontraram na internet que o alimento pode ser usado em casos de intoxicação.
A criança estava na casa da madrinha antes de ser levado ao local onde o incidente aconteceu. Segundo a irmã da tutora da criança antes do ocorrido, em entrevista à RecordTV nesta segunda-feira (12), o garoto foi levado pelo pai para a casa dele após ter solicitado à mãe que cuidasse do filho durante o fim de semana. Algumas horas após a criança ingerir a droga, ela foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro São Marcos
Devido ao incidente, a madrasta da criança foi conduzida à Delegacia Especializada de Repressão a Crime Contra Criança Adolescente (Derca) junto com o genitor do menino e autuada em flagrante por estar sozinha com o menor no momento em que tudo aconteceu.
Neste domingo (11), a acusada teve a prisão preventiva decretada e deverá ser encaminhada para o Complexo Penitenciário da Mata Escura, na capital baiana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.