Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
hospital obras sociais irma dulce
O bebê de um ano e três meses que ingeriu haxixe, droga derivada da maconha, saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Salvador e foi transferido para a enfermaria pediátrica na segunda-feira (12).
Segundo informações do G1, a criança foi intoxicada na sexta (9) e transferida para o Hospital Obras Sociais Irmã Dulce no sábado (10). De acordo com o relatório médico, o pai e a madrasta, que cuidavam do bebê no dia do acidente, acreditavam que ele estava comendo biscoitos.
Após perceberem que a criança havia consumido a droga, eles deram leite ao menino, pois encontraram na internet que o alimento pode ser usado em casos de intoxicação.
A criança estava na casa da madrinha antes de ser levado ao local onde o incidente aconteceu. Segundo a irmã da tutora da criança antes do ocorrido, em entrevista à RecordTV nesta segunda-feira (12), o garoto foi levado pelo pai para a casa dele após ter solicitado à mãe que cuidasse do filho durante o fim de semana. Algumas horas após a criança ingerir a droga, ela foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro São Marcos
Devido ao incidente, a madrasta da criança foi conduzida à Delegacia Especializada de Repressão a Crime Contra Criança Adolescente (Derca) junto com o genitor do menino e autuada em flagrante por estar sozinha com o menor no momento em que tudo aconteceu.
Neste domingo (11), a acusada teve a prisão preventiva decretada e deverá ser encaminhada para o Complexo Penitenciário da Mata Escura, na capital baiana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.