Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
hospital 2 de julho
O Hospital Estadual 2 de Julho, unidade da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) gerida pela Fabamed passou a oferecer o novo Serviço de Vascular, voltado ao atendimento de pacientes que necessitam de acompanhamento e tratamento especializado nessa área.
Com 22 leitos dedicados à especialidade, o serviço chega para fortalecer a assistência e ampliar as possibilidades de recuperação de pacientes com doenças vasculares. A coordenação do setor ficará sob responsabilidade do médico Tainã Andrade, especialista em Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascular.
De acordo com a diretora do Hospital Estadual 2 de Julho, a implantação do novo serviço reflete o compromisso da instituição em oferecer uma assistência que combina excelência técnica e acolhimento humanizado.
“Nosso foco é associar o conhecimento científico à escuta e ao cuidado atento. O paciente vascular e sua família vivenciam situações delicadas, e é essencial reconhecer também o aspecto emocional que envolve cada caso”, afirmou.
O início do serviço foi marcado por uma reunião estratégica, com a presença do presidente da Fabamed, José Saturnino Rodrigues, que destacou o empenho das equipes na ampliação da capacidade assistencial da unidade e na consolidação de um modelo de gestão voltado à qualidade e à resolutividade do atendimento.
ASSISTÊNCIA
Com 259 leitos, o Hospital Estadual 2 de Julho dispõe de 30 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica e 60 leitos de UTI adulto. A unidade atende pacientes com perfil de clínica médica adulto e pediátrica, todos beneficiários do SUS, encaminhados exclusivamente pela Central Estadual de Regulação (CER).
O governo da Bahia decidiu modificar o nome do antigo Hospital Espanhol, após a mudança do perfil da unidade de saúde. Por meio de um aviso de pauta, a Secretaria de Comunicação informou que agora o espaço vai se chamar Hospital 2 de Julho, em homenagem à data magna da Independência da Bahia, que completou 200 anos no último mês. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) faz uma visita nesta quinta-feira (17), primeira após a desativação da unidade como referência para enfrentamento à Covid-19.
O novo hospital passa obras de manutenção em seus 246 leitos, sendo 70 deles de UTI. Os leitos estão sendo colocados, progressivamente, à disposição dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), acolhendo pacientes com perfil de clínica médica adulto e pediátrica, que correspondem a maior demanda de solicitações feitas à Central Estadual de Regulação. A unidade segue funcionando normalmente.
ADMINISTRAÇÃO
A Fabamed é a organização escolhida para gerir o hospital que será transformado em uma referência clínica médica. O Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), que estava à frente do hospital desde 2020, não conseguiu ganhar na justiça o processo licitatório que concederia a administração do equipamento de saúde a uma organização social. As duas organizações foram as únicas inscritas no processo de licitação.
Antes, o hospital chegou a ser cotado para ser sede do Hospital do Servidor, porém o assunto perdeu força após a decisão de mudar o perfil da unidade de saúde.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.