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homicidios femininos
A Bahia registrou o quarto maior número de feminicídios do país no último ano. Ao todo, 102 mulheres foram assassinadas por motivos ligados à condição de gênero. O número foi incluído nos registros de homicídios de mulheres do Anuário de Segurança Pública 2026, divulgado nesta quinta-feira (23).
Ao todo, 352 mulheres foram vítimas de homicídio feminino em 2025, incluindo os casos de feminicídio. O homicídio feminino configura qualquer assassinato de uma mulher, independentemente da motivação. Já o feminicídio é uma qualificadora do homicídio doloso no Brasil, mediante lei.
No Brasil, foram registrados 3.539 homicídios de mulheres em 2025, sendo que 1.571 foram tipificados como feminicídio. Neste cenário, quase metade dos homicídios de mulheres no Brasil, cerca de 44,4%, foram feminicídios, ou seja, motivados em razão do gênero.
Em ambas as tipificações de crime, o estado apresentou variações de queda em comparação ao ano de 2024. Há cerca de dois anos, a Bahia registrou 388 homicídios femininos. Naquele ano, 5,1 a cada 100 mil mulheres foram assassinadas no estado.
Já em 2025, o número total teve uma redução de 36 vítimas, o equivalente a 9,4%, e a taxa de homicídios foi de 4,6 mulheres mortas a cada 100 mil. Já os feminicídios tiveram uma queda menos perceptível: foram 110 em 2024 e 102 no último ano.
No cenário nacional, foram 3.728 homicídios femininos em 2024, frente aos 3.539 deste ano, registrando uma queda de 5,5% em um ano. Na tipificação de feminicídios, o resultado foi oposto e o país registrou um aumento de 4%. Foram 1.504 casos há dois anos e 1.571 casos no ano passado.

Foto: Gráfico elaborado com uso de Inteligência Artificial (Notebook LM)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar da Costa Neto
"Isso é uma loucura, eu acho que o Trump tá, ele perdeu um pouco o rumo nisso aí, e espero que ele estabeleça uma linha melhor, porque o Brasil sempre foi um grande parceiro dos Estados Unidos".
Disse o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao criticar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de incluir o Brasil no pacote de tarifas norte-americanas. O dirigente classificou a medida como uma "loucura" e defendeu a negociação diplomática entre os dois governos como caminho para reverter as tarifas.