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homicidio quadruplo
A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Barro Preto, em Itabuna, desvendou um complexo caso de homicídio quádruplo ocorrido em abril de 2024. Após meses de investigações, a polícia identificou e prendeu o mandante do crime, um interno do sistema prisional, líder de uma facção criminosa atuante na região de Itabuna, o caso aconteceu na manhã desta segunda-feira (27).
Equipes da 6ª Coorpin, da Coordenação de Apoio Técnico e Tático à Investigação (CATTI/Sul) e da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) cumpriram mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva no sistema prisional, prendendo o líder da organização criminosa. Durante as buscas, foram apreendidos documentos manuscritos e um pen drive, que devem auxiliar nas investigações.
Imagens do material obtido pelos agentes | Foto: Reprodução / Ascom PC-BA
Além do mandado de prisão do líder da facção, a Justiça também determinou a prisão de outros envolvidos no crime, que estão custodiados em presídios do Rio de Janeiro e de São Paulo. Todos os envolvidos foram transferidos para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), dessa forma os agentes têm maior controle das ações dos detentos.
Ainda não se sabe as motivações dos crimes, contudo a polícia investiga a possibilidade de o quádruplo homicídio estar ligado a uma disputa entre facções criminosas. A prisão do líder da facção criminosa é considerada um golpe significativo no combate ao crime organizado na região de Itabuna.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.