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homem soterrado
O corpo de um homem que morreu soterrado em uma mina de ouro em Jacobina, no Piemonte da Diamantina, foi sepultado na tarde desta quinta-feira (18). A vítima, identificada como Fábio Ribeiro de Jesus, fazia um trabalho de desmonte no subsolo pela Jacobina Mineração Pan American Silver quando ocorreu o incidente.
Agentes do Corpo de Bombeiros de Jacobina foram acionados e após duas horas conseguiram fazer o resgate do corpo. A distância da mineradora até a sede da corporação, o soterramento completo da vítima e os protocolos de segurança dificultaram os trabalhos.
Em nota, a empresa lamentou a morte, informou que presta apoio à família e afirmou que investigará as causas do acidente. O Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da morte e verificar se as normas de segurança foram cumpridas, incluindo o fornecimento de equipamentos de proteção individual e treinamento adequado para atividades de risco.
A vítima, que morava no município, deixa dois filhos.
Um homem que trabalhava numa obra na Avenida Gal Costa, na altura do bairro de Pirajá foi soterrado parcialmente após um deslizamento de terra, no final da manhã desta segunda-feira (1º).
De acordo com o portal Aratu On, o trabalhador fazia a instalação de uma manilha, quando foi surpreendido pelo deslizamento e ficou preso em uma valeta.
O rapaz, que não teve identidade revelada, ficou com as pernas e parte do abdômen preso. Populares tentaram ajudar o Corpo de Bombeiros no resgate, retirando parte do barro. Devido às chuvas no local, há dificuldade em fazer a retirada do rapaz.
Populares informaram que a vítima seria funcionário da Embasa, porém, a assessoria do órgão desmentiu a informação e afirmou que a obra era privada.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.