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Em uma ação integrada entre a Polícia Civil e a Guarda Civil Municipal resultou na prisão em flagrante de um homem de 37 anos, na manhã desta segunda-feira (5), no distrito do Junco, em Jacobina, no Piemonte da Diamantina. Ele é o principal suspeito de assassinar Edvaldo Alves da Silva, de 58 anos, após uma série de agressões físicas ocorridas na noite anterior.
O corpo de Edvaldo foi localizado na noite de domingo (4) com graves ferimentos, principalmente na região da cabeça. Segundo os registros policiais, a vítima foi atacada com golpes de pedra. Edvaldo ainda chegou a ser socorrido e encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, porém, devido à gravidade das lesões, não resistiu e veio a óbito.
A identificação do agressor foi possível graças ao trabalho conjunto da Delegacia Territorial (DT) de Jacobina e da Guarda Civil. Os agentes analisaram imagens de câmeras de monitoramento de um estabelecimento comercial próximo ao local do crime, que registraram a movimentação do suspeito.
Com base nas evidências, as equipes se deslocaram até a residência do investigado. No local, além de efetuarem a prisão, os policiais encontraram e apreenderam uma pedra com manchas de sangue, que teria sido utilizada como arma no homicídio. O material foi encaminhado para perícia técnica.
O homem foi conduzido à Delegacia Territorial, onde foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio. Ele passou por exames de corpo de delito e permanece custodiado na unidade prisional, à disposição do Poder Judiciário. A motivação do crime ainda está sendo apurada pela Polícia Civil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.