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herdeiro da marabraz
Tramita, sob sigilo, na Comarca de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), uma ação judicial movida por um dos herdeiros da rede varejista de móveis Marabraz. É que Abdul Fares pediu a interdição do pai, Jamel Fares, de 64 anos. O idoso é um dos fundadores da empresa, que opera 120 lojas especializadas no país.
Segundo o BP Money, parceiro do Bahia Notícias, Abdul justificou o recurso, afirmando que o pai sofre com problemas de saúde que comprometem a capacidade do mesmo. Os problemas iriam de depressão severa, cardiopatia grave a episódios de comportamento agressivo.
Em resposta, a defesa de Jamel questionou a escolha do foro na Bahia e acusou Abdul de falsidade ideológica. Jamel ainda o descreveu como “ingrato e parasita”, indicando que o litígio envolve um conflito familiar além das questões de saúde apontadas.
O pedido de interdição de Jamel Fares é mais um capítulo em uma disputa judicial que envolve os negócios da família. O caso começou quando Jamel e o irmão, Nasser Fares, atualmente à frente da administração do grupo Marabraz, ingressaram com uma ação cível na Justiça de São Paulo. Eles buscavam reaver ações da holding familiar, que atualmente estão em nome dos seis herdeiros.
Depois, a situação ganhou novas proporções com uma queixa-crime movida contra Abdul Fares, que passou a ser conhecido como “o noivo bilionário da atriz Marina Ruy Barbosa”. O episódio reflete não apenas tensões empresariais, mas também conflitos familiares que impactam a gestão e a dinâmica interna do império varejista.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.