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herdeiro da marabraz
Tramita, sob sigilo, na Comarca de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), uma ação judicial movida por um dos herdeiros da rede varejista de móveis Marabraz. É que Abdul Fares pediu a interdição do pai, Jamel Fares, de 64 anos. O idoso é um dos fundadores da empresa, que opera 120 lojas especializadas no país.
Segundo o BP Money, parceiro do Bahia Notícias, Abdul justificou o recurso, afirmando que o pai sofre com problemas de saúde que comprometem a capacidade do mesmo. Os problemas iriam de depressão severa, cardiopatia grave a episódios de comportamento agressivo.
Em resposta, a defesa de Jamel questionou a escolha do foro na Bahia e acusou Abdul de falsidade ideológica. Jamel ainda o descreveu como “ingrato e parasita”, indicando que o litígio envolve um conflito familiar além das questões de saúde apontadas.
O pedido de interdição de Jamel Fares é mais um capítulo em uma disputa judicial que envolve os negócios da família. O caso começou quando Jamel e o irmão, Nasser Fares, atualmente à frente da administração do grupo Marabraz, ingressaram com uma ação cível na Justiça de São Paulo. Eles buscavam reaver ações da holding familiar, que atualmente estão em nome dos seis herdeiros.
Depois, a situação ganhou novas proporções com uma queixa-crime movida contra Abdul Fares, que passou a ser conhecido como “o noivo bilionário da atriz Marina Ruy Barbosa”. O episódio reflete não apenas tensões empresariais, mas também conflitos familiares que impactam a gestão e a dinâmica interna do império varejista.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.