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herdeiro da marabraz
Tramita, sob sigilo, na Comarca de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), uma ação judicial movida por um dos herdeiros da rede varejista de móveis Marabraz. É que Abdul Fares pediu a interdição do pai, Jamel Fares, de 64 anos. O idoso é um dos fundadores da empresa, que opera 120 lojas especializadas no país.
Segundo o BP Money, parceiro do Bahia Notícias, Abdul justificou o recurso, afirmando que o pai sofre com problemas de saúde que comprometem a capacidade do mesmo. Os problemas iriam de depressão severa, cardiopatia grave a episódios de comportamento agressivo.
Em resposta, a defesa de Jamel questionou a escolha do foro na Bahia e acusou Abdul de falsidade ideológica. Jamel ainda o descreveu como “ingrato e parasita”, indicando que o litígio envolve um conflito familiar além das questões de saúde apontadas.
O pedido de interdição de Jamel Fares é mais um capítulo em uma disputa judicial que envolve os negócios da família. O caso começou quando Jamel e o irmão, Nasser Fares, atualmente à frente da administração do grupo Marabraz, ingressaram com uma ação cível na Justiça de São Paulo. Eles buscavam reaver ações da holding familiar, que atualmente estão em nome dos seis herdeiros.
Depois, a situação ganhou novas proporções com uma queixa-crime movida contra Abdul Fares, que passou a ser conhecido como “o noivo bilionário da atriz Marina Ruy Barbosa”. O episódio reflete não apenas tensões empresariais, mas também conflitos familiares que impactam a gestão e a dinâmica interna do império varejista.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.