Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
henderson
A seleção da Inglaterra enfrentará o Brasil neste sábado (23) em amistoso no estádio de Wembley, em Londres, mas terá que lidar com importantes desfalques. O atacante Harry Kane, que veste a camisa 9, não poderá participar do confronto devido a um problema no tornozelo, sendo incapaz de se recuperar a tempo para o jogo. Sua ausência foi confirmada após não participar do treino da última sexta-feira (22).
Além de Kane, o técnico Gareth Southgate também anunciou outros dois desfalques significativos: o volante Jordan Henderson, que representa o Ajax, e o atacante Cole Palmer, do Chelsea. Essas ausências se somam à perda por lesão do atacante Bukayo Saka, do Arsenal, que foi liberado na véspera para retornar ao Arsenal.
Southgate explicou a situação dos jogadores ausentes, afirmando: "Não teremos Henderson, Kane e Palmer. Eu diria que Cole (Palmer) e Jordan (Henderson) ainda têm alguma chance de enfrentar a Bélgica (no segundo amistoso). Harry é uma grande dúvida ainda."
Apesar das baixas, o treinador inglês tenta encontrar aspectos positivos nos desfalques, vendo a situação como uma oportunidade para outros jogadores se destacarem e para avaliar opções para a Eurocopa.
"É uma grande oportunidade para alguns jogadores, temos que ver outros jogadores pensando na Euro. Pela nossa perspectiva, é um grande exercício, uma boa oportunidade", comentou Southgate.
O confronto entre Inglaterra e Brasil está marcado para as 16h (horário de Brasília), no Wembley Stadium. A partida faz parte da programação da data FIFA e promete ser um teste importante para ambas as equipes enquanto se preparam para competições futuras.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.